terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Confira só neste BLOG": DE 'GENESIS À APOCALIPSE': A INTRODUÇÃO A TODOS OS LIVROS!

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

"COMO FAZER PARA FUGIR DO PAGANISMO? DEUS E SEU SIGNIFICADO":

ESTUDO TIRADO DA INTERNET COM DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS AOS MESMOS: VEJA LOGO ABAIXO O SIGNIFICADO DESSE TÍTULO DEUS!

DeusOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Nota: Este artigo é sobre Deus de uma perspectiva monoteísta. Veja divindade para informações do ponto de vista não-monoteísta. Veja também o artigo deidade. Para outros significados da palavra, veja Deus (desambiguação).

Deus
Abordagens[Expandir]
Deísmo • Teísmo • Monoteísmo • Politeísmo • Panteísmo • Panenteísmo • Henoteísmo • Monolatria • Unitarismo • Dualismo • Trindade
Atributos[Expandir]
Nomes • "Deus" • Tetragrama YHVH • Existência • Gênero • Criador • Arquiteto • Demiurgo • Sustentador • Senhor • Pai • Mónade • Monismo • O Começo • O Único • Pessoal • Onisciência • Onipotência • Onipresença • Simplicidade • Amor

Concepções de Deus[Expandir]

Bahá'í • Budista • Cristã • Hindu • Islâmica • Judaica • Sikhismo

Experiências e Práticas[Expandir]
Fé • Oração • Crença • Revelação • Fideísmo • Gnosis • Metafísica • Misticismo • Hermetismo • Esoterismo

Tópicos relacionados[Expandir]
Filosofia • Religião • Ontologia • Complexo de Messias • Neuroteologia • Dilema de Eutífron •
Problema do mal (Teodicéia)

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Os Elementos: Terra, Ar, Água e Fogo.
Ao longo da história da humanidade a ideia ou compreensão de Deus assumiu várias concepções em todas sociedades e grupos já existentes, desde as primitivas formas pré-clássicas das crenças provenientes das tribos da Antiguidade até os dogmas das modernas religiões da civilização atual.
Deus muitas vezes é expressado como o criador e Senhor do universo. Teólogos tem relacionado uma variedade de atributos para concepções de Deus muito diferentes. Os mais comuns entre essas incluem onisciência, onipotência, onipresença, benevolência (bondade perfeita), simplicidade divina, zelo, sobrenatural, eternidade e de existência necessária.
Deus também tem sido compreendido como sendo incorpóreo, um ser com personalidade divina, a fonte de toda a obrigação moral, e o "maior existente".[1]
Estes atributos foram todos suportados em diferentes graus anteriormente pelos filósofos teológicos judeus, cristãos e muçulmanos, incluindo Rambam,[2] Agostinho de Hipona[2] e Al-Ghazali,[3] respectivamente. Muitos filósofos medievais notáveis desenvolveram argumentos para a existência de Deus,[3] tencionando combater as aparentes contradições implicadas por muitos destes atributos.

Índice
[esconder]

■1 Etimologia e uso

■2 Nome

■3 A existência de Deus

■4 Concepções de Deus

■5 Abordagens teológicas

◦5.1 Teísmo e deísmo

■6 Posições científicas e críticas a respeito da ideia de Deus

◦6.1 Antropomorfismo

■7 Referências

■8 Ver também

[editar] Etimologia e uso

Ver artigo principal: Deus (palavra)

Tanto a forma capitalizada do termo Deus, quanto seu diminutivo, que vem a simbolizar divindades, deidades em geral, tem origem no termo latino para Deus, divindade ou deidade. Português é a única língua românica neolatina que manteve o termo em sua forma nominativa original com o final do substantivo em "us", diferentemente do espanhol dios, francês dieu, italiano dio e do romeno, língua que distingue Dumnezeu, criador monoteísta e zeu, ser idolatrado.

O latim Deus e divus, assim como o grego διϝος = "divino" descendem do Proto-Indo-Europeu*deiwos = "divino", mesma raiz que Dyēus, a divindade principal do panteão indo-europeu, igualmente cognato do grego Ζευς (Zeus). Na era clássica do latim o vocábulo era uma referência generalizante a qualquer figura endeusada e adorada pelos pagãos e atualmente no mundo cristão é usada hodiernamente em frases e slogans religiosos, como por exemplo, Deus sit vobiscum, variação de Dominus sit vobiscum, "o Senhor esteja convosco",o hino litúrgico católico Te Deum, proveniente de Te Deum Laudamus, "A Vós, ó Deus, louvamos"e a expressão que advém da tragédia grega Deus ex machina. Virgílio com Dabit deus his quoque finem, "Deus trará um fim à isto". O grito de guerra utilizado no Império Romano Tardio e no Império Bizantino, nobiscum deus, "Deus está conosco", assim como o grito das cruzadas Deus vult, "assim quer Deus", "esta é a vontade de Deus".
Em latim existiam as expressões interjectivas "O Deus meus" e "Mi Deus", correspondentes às seguintes formas neolatinas e germânicas:

■Português: (Oh) meu Deus! (Ah) meu Deus! Deus meu!

■Catalão: Déu meu!

■Castelhano: ¡(Ay) Dios mio!

■Aragonês: Ai ridiós!

■Francês: (Oh) Mon Dieu!

■Bretão: Ma Doue!

■Italiano: Dio Santo! Dio mio!

■Romeno: (O) Doamne! Dumnezeule!

■Inglês: Oh my God! As variações Oh my Gosh!, Oh, My! Oh my Goodness! se dão devido ao forte tabu cristão.

■Alemão: (Ach)/(O) mein Gott!

■Holandês: O, mijn God!

■Dinamarquês: Åh Gud!

■Norueguês: Herregud! Herre Gud!

■Sueco: Oh Herregud! Oh min gud!

■Esperanto: Mia Dio!

■Árabe: Allah

Dei é uma forma flexionada ou declinada de Deus, usada em expressões utilizadas pelo Vaticano, como as organizações católicas apostólicas romanas Opus Dei (Obra de Deus, sendo obra oriunda de opera), Agnus Dei (Cordeiro de Deus) e Dei Gratia (Pela Graça de Deus). Geralmente trata-se do caso genitivo ("de Deus"), mas é também a forma plural primária adicionada à variante di. Existe o outro plural, dii, e a forma feminina deae ("deusas").

A palavra Deus, através da forma declinada Dei, é a raiz de deísmo, panteísmo, panenteísmo, e politeísmo, ironicamente tratam-se todas de teorias na qual qualquer figura divina é ausente na intervenção da vida humana. Essa circunstância curiosa originou-se do uso de "deísmo" nos séculos XVII e XVIII como forma contrastante do prevalecente "teísmo".Deísmo é a crença em um Deus providente e interferente.

Seguidores dessas teorias e ocasionalmente, seguidores do panteísmo, podem vir a usar em variadas línguas, especialmente no inglês o termo "Deus" ou a expressão "o Deus" (the God), para deixar claro de que a entidade discutida não trata-se de um Deus teísta. Arthur C. Clarke usou-o em seu romance futurista, 3001: The Final Odyssey. Nele, o termo "Deus" substituiu "God" no longínquo século XXXI, pois "God" veio a ser associado com fanatismo religioso. A visão religiosa que prevalece em seu mundo fictício é o Deísmo.

São Jerônimo traduziu a palavra hebraica Elohim (אֱלוֹהִים, אלהים) para o latim como Deus.

A palavra pode assumir conotações negativas em algumas utilizações. Na filosofia cartesiana, a expressão Deus deceptor é usada para discutir a possibilidade de um "Deus malévolo" que procura iludir-nos. Esse personagem tem relação com um argumento cético que questiona até onde um demônio ou espírito mau teria êxito na tentativa de impedir ou subverter o nosso conhecimento.

Outra é deus otiosus ("Deus ocioso"), um conceito teológico para descrever a crença num Deus criador que se distancia do mundo e não se envolve em seu funcionamento diário.

Um conceito similar é deus absconditus ("Deus absconso ou escondido") de São Tomás de Aquino.

Ambas referem-se a uma divindade cuja existência não é prontamente reconhecida nem através de contemplação ou exame ocular de ações divinas in loco. O conceito de deus otiosus frequentemente sugere um Deus que extenuou-se da ingerência que tinha neste mundo e que foi substituído por deuses mais jovens e ativos que efetivamente se envolvem, enquanto deus absconditus sugere um Deus que conscientemente abandonou este mundo para ocultar-se alhures.

A forma mais antiga de escrita da palavra germânica Deus vem do Codex Argenteus cristão do século VI. A própria palavra inglesa é derivada da Proto-Germânica "ǥuđan". A maioria dos lingüistas concordam que a forma reconstruída da Proto-Indo-Européia (ǵhu-tó-m) foi baseada na raiz (ǵhau(ə)-), que significa também "chamar" ou "invocar".[4]

A forma capitalizada Deus foi primeiramente usada na tradução gótica Wulfila do Novo Testamento, para representar o grego "Theos". Na língua inglesa, a capitalização continua a representar uma distinção entre um "Deus" monoteísta e "deuses" no politeísmo.[5] Apesar das diferenças significativas entre religiões como o Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo, a Fé Bahá'í e o Judaísmo, o termo "Deus" permanece como uma tradução inglesa comum a todas. O nome pode significar deidades monoteísticas relacionadas ou similares, como no monoteísmo primitivo de Akhenaton e Zoroastrismo.

[editar] Nome

Ver artigo principal: Nomes de Deus

A palavra Deus no latim, em inglês God e suas traduções em outras línguas como o grego Θεός, eslavo Bog, sânscrito Ishvara, ou arábico Alá são normalmente usadas para toda e qualquer concepção. O mesmo acontece no hebraico El, mas no judaísmo, Deus também é utilizado como nome próprio, o Tetragrama YHVH, que acredita-se referir-se à origem henoteística da religião. Na Bíblia, quando a palavra "Senhor" está em todas as capitais, isto significa que a palavra representa o tetragrama.[6]

Deus também pode receber um nome próprio em correntes monoteísticas do hinduísmo que enfatizam sua natureza pessoal, com referências primitivas ao seu nome como Krishna-Vasudeva na Bhagavata ou posteriormente Vixnu e Hari,[7] ou recentemente Shakti.

É difícil desenhar uma linha entre os nomes próprios e epítetas de Deus, como os nomes e títulos de Jesus no Novo Testamento, os nomes de Deus no Qur'an ou Alcorão ou Corão, e as várias listas de milhares de nomes de Deus e a lista de títulos e nomes de Krishna no Vixnuísmo.

Nas religiões monoteístas atuais (Cristianismo, judaísmo, zoroastrismo, islamismo, sikhismo e a Fé Bahá'í), o termo "Deus" refere-se à ideia de um ser supremo, infinito, perfeito, criador do universo, que seria a causa primária e o fim de todas as coisas. Os povos da mesopotâmia o chamavam pelo Nome, escrito em hebraico como יהוה (o Tetragrama YHVH). Mas com o tempo deixaram de pronunciar o seu nome diretamente, apenas se referindo por meio de associações e abreviações, ou através de adjetivos como "O Salvador", "O Criador" ou "O Supremo", e assim por diante.

Um bom exemplo desse tipo de associação, ainda estão presentes em alguns nomes e expressões hebraicos, como Rafael ("curado por Deus" - El), e árabes, por exemplo Abdallah ("servo - abd - de Deus" - Allah).

Muitas traduções das Bíblias cristãs grafam a palavra, opcionalmente, com a inicial em maiúscula, ou em versalete (DEUS), substituindo a transcrição referente ao tetragrama, YHVH, conjuntamente com o uso de SENHOR em versalete, para referenciar que se tratava do impronunciável nome de Deus, que na cultura judaica era substituído pela pronúncia Adonay.

As principais características deste Deus-Supremo seriam:

■a Onipotência: poder absoluto sobre todas as coisas;

■a Onipresença: poder de estar presente em todo lugar; e:

■a Onisciência: poder de saber tudo.

Essas características foram reveladas aos homens através de textos contidos nos Livros Sagrados, quais sejam:

■o Bagavadguitá, dos hinduístas;

■o Tipitaka, dos budistas;

■o Tanakh, dos judeus;

■o Avesta, dos zoroastrianos;

■a Bíblia, dos cristãos;

■o Livro de Mórmon, dos santos dos últimos dias;

■o Alcorão, dos islâmicos;

■o Guru Granth Sahib dos sikhs;

■o Kitáb-i-Aqdas, dos bahá'ís;

Esses livros relatam histórias e fatos envolvendo personagens escolhidos para testemunhar e transmitir a vontade divina na Terra ao povo de seu tempo, tais como:

■Abraão e Moisés, na fé judaica, cristã e islâmica;

■Zoroastro, na fé zoroastriana;

■Krishna, na fé hindu;

■Buda, na fé budista;

■Jesus Cristo, na fé cristã e islâmica;

■Maomé, na fé islâmica;

■Guru Nanak, no sikhismo, e;

■Báb e Bahá'u'lláh, na fé Bahá'í

[editar] A existência de Deus

Ver artigo principal: Existência de Deus

Há milênios, a questão da existência de Deus foi levantada dentro do pensamento do homem, e os principais conceitos filosóficos que investigam e procuram respostas sobre esse assunto, são:

■Deísmo – Doutrina que considera a razão como a única via capaz de nos assegurar da existência de Deus, rejeitando, para tal fim, o ensinamento ou a prática de qualquer religião organizada. O deísmo é uma postura filosófica-religiosa que admite a existência de um Deus criador, mas rejeita a idéia de revelação divina.

Percentagem de pessoas que, na Europa, afirmaram acreditar num Deus. Note que os países da Europa Oriental de maioria ortodoxa (como Grécia e Roménia) ou muçulmano (Turquia) apresentam percentagem mais elevadas.

■Teísmo – O teísmo é um conceito surgido no século XVII,[8] contrapondo-se ao ateísmo, deísmo e panteísmo. O teísmo sustenta a existência de um Deus (contra o ateísmo), ser absoluto transcendental (contra o panteísmo), pessoal, vivo, que atua no mundo através de sua providência e o mantém (contra o deísmo). No teísmo a existência de um Deus pode ser provada pela razão, prescindindo da revelação; mas não a nega. Seu ramo principal é o teísmo Cristão, que fundamenta sua crença em Deus na Sua revelação sobrenatural através da Bíblia. Existe ainda o teísmo agnóstico, que é a filosofia que engloba tanto o teísmo quanto o agnosticismo. Um teísta agnóstico é alguém que admite não poder ter conhecimento algum acerca de Deus, mas decide acreditar em Deus mesmo assim. A partir do teísmo se desenvolve a Teologia, que é encarada principalmente, mas não exclusivamente, do ponto de vista da fé. Embora tenha suas raízes no teísmo, pode ser aplicada e desenvolvida no âmbito de todas as religiões. Não deve ser confundida com o estudo e codificação dos rituais e legislação de cada credo.

■Ateísmo – O ateísmo engloba tanto a negação da existência de divindades quanto a simples ausência da crença em sua existência.

■Agnosticismo – Dentro da visão agnóstica, não é possível provar racional e cientificamente a existência de Deus, como também é igualmente impossível provar a sua inexistência. O agnóstico pode ser teísta ou ateísta, dependendo da posição pessoal de acreditar (sem certeza) na existência ou não de divindades.

Além de estudos de livros considerados sagrados como a Bíblia, muitos argumentam que pode-se conhecer sobre Deus e suas qualidades, observando a natureza e suas criações. Argumentam que existe evidência científica de uma fonte de energia ilimitada, e que esta poderia ter criado a substância do universo, e que por observarem a ordem, o poder e a complexidade da criação, tanto macroscópica quanto microscópica, muitos chegaram a admitir a existência de Deus.

[editar] Concepções de Deus

Ver artigo principal: Concepções de Deus

Detalhe da Capela sistina fresco Criação do sol e da lua por Michelangelo (completada em 1512).
As concepções de Deus variam amplamente. Filósofos e teólogos têm estudado inúmeras concepções de Deus desde o início das civilizações.
As concepções abraâmicas de Deus incluem a visão cristã da trindade, a definição cabalística de Deus do misticismo judaico, e os conceitos islâmicos de Deus.
As religiões indianas diferem no seu ponto de vista do divino: pontos de vista de Deus no hinduísmo variam de região para região, seita, e de casta, que vão desde as monoteístas até as politeístas; o ponto de vista de Deus no budismo praticamente não é teísta.
Nos tempos modernos, mais alguns conceitos abstratos foram desenvolvidos, tais como teologia do processo e teísmo aberto. Concepções de Deus formuladas por pessoas individuais variam tanto que não há claro consenso sobre a natureza de Deus.[9] O filósofo francês contemporâneo Michel Henry tem proposto entretanto uma definição fenomenológica de Deus como a essência fenomenológica da vida.

■Doutrina espírita – Considera Deus a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas, eterno, imutável, imaterial, único, onipotente e soberanamente justo e bom. Todas as leis da natureza são leis divinas, pois Deus é seu autor.

■Martinismo – Nesta doutrina, podemos encontrar no livro Corpus Hermeticum a seguinte citação: "vejo o Todo, vejo-me na mente… No céu eu estou, na terra, nas águas, no ar; estou nos animais, nas plantas. Estou no útero, antes do útero, após o útero -estou em todos os lugares."

■Teosofia, baseada numa interpretação não-ortodoxa das doutrinas místicas orientais e ocidentais, afirma que o Universo é, em sua essência, espiritual e o homem é um ser espiritual em progresso evolutivo cujo ápice é conhecer e integrar a Realidade Fundamental, que é Deus.

■Algumas pessoas especulam que Deus ou os deuses são seres extra-terrestres. Muitas dessas teorias sustentam que seres inteligentes provenientes de outros planetas visitaram a Terra no passado e influenciaram no desenvolvimento das religiões. Alguns livros, como o livro "Eram os Deuses Astronautas?" de Erich von Däniken, propõem que tanto os profetas como também os messias foram enviados ao nosso mundo com o objetivo exclusivo de ensinar conceitos morais e encorajar o desenvolvimento da civilização.

■Especula-se também que toda a religiosidade do homem criará no futuro uma entidade chamada Deus, a qual emergirá de uma inteligência artificial. Arthur Charles Clarke, um escritor de ficção científica, disse em uma entrevista que: "Pode ser que nosso destino nesse planeta não seja adorar a Deus, mas sim criá-Lo".

■Outros especulam que as religiões e mitos são derivados do medo. Medo da morte, medo das doenças, medo das calamidades, medo dos predadores, medo do desconhecido. Com o passar do tempo, essas religiões foram subjugadas sob a tutela das autoridades dominantes, as quais se transformaram em governantes divinos ou enviados pelos deuses.

Dessa forma, a religião é simplesmente um meio para se dominar a massa. Napoleão Bonaparte disse que: "o povo não precisa de Deus, mas precisa de religião", o que quer dizer que a massa necessita de uma doutrina que lhe discipline e lhe estabeleça um rumo, sendo que Deus é um detalhe meramente secundário.

[editar] Abordagens teológicas

Ver artigo principal: Teologia

Teólogos e filósofos atribuíram um número de atributos para Deus, incluindo onisciência, onipotência, onipresença, amor perfeito, simplicidade, e eternidade e de existência necessária. Deus tem sido descrito como incorpóreo, um ser com personalidade, a fonte de todos as obrigações morais, e concebido como o melhor ser existente.[1] Estes atributos foram todos atribuídos em diferentes graus por acadêmicos judeus, cristãos e muçulmanos desde épocas anteriores, incluindo Santo Agostinho,[2] Al-Ghazali[3] e Maimonides.[2]

Muitos argumentos desenvolvidos por filósofos medievais para a existência de Deus,[3] tentaram compreender as implicações precisas dos atributos de Deus. Conciliar alguns desses atributos gerou problemas filosóficos e debates importantes. Por exemplo, a onisciência de Deus implica que Deus sabe como agentes livres irão escolher para agir. Se Deus sabe isso, a aparente vontade deles pode ser ilusória, ou o conhecimento não implica predestinação, e se Deus não sabe, então não é onisciente.[10]

Os últimos séculos de filosofia tem-se visto vigorosas perguntas sobre a argumentos para a existência de Deus levantadas pelos filósofos, tais como Immanuel Kant, David Hume e Antony Flew, apesar de Kant considerar que o argumento de moralidade era válido.

A resposta teísta tem sido de questionamentos, como Alvin Plantinga, que a fé é "adequadamente básica", ou a tomar, como Richard Swinburne, a posição evidencialista.[11] Alguns teístas concordam que nenhum dos argumentos para a existência de Deus são vinculativos, mas alegam que a fé não é um produto da razão, mas exige risco. Não haveria risco, dizem, se os argumentos para a existência de Deus fossem tão sólidos quanto as leis da lógica, uma posição assumida por Pascal como: "O coração tem razões que a razão não conhece."[12]

A maior parte das grandes religiões consideram a Deus, não como uma metáfora, mas um ser que influencia a existência de cada um no dia-a-dia. Muitos fiéis acreditam na existência de outros seres espirituais, e dão-lhes nomes como anjos, santos, djinni, demônios, e devas.

[editar] Teísmo e deísmo

O teísmo sustenta que Deus existe realmente, objetivamente, e independentemente do pensamento humano, sustenta que Deus criou tudo; que é onipotente e eterno, e é pessoal, interessado, e responde às orações. Afirma que Deus é tanto imanente e transcendente, portanto, Deus é infinito e de alguma forma, presente em todos os acontecimentos do mundo.

A teologia católica sustenta que Deus é infinitamente simples, e não está sujeito involuntariamente ao tempo. A maioria dos teístas asseguram que Deus é onipotente, onisciente e benevolente, embora esta crença levante questões acerca da responsabilidade de Deus para o mal e sofrimento no mundo. Alguns teístas atribuem a Deus uma auto-consciência ou uma proposital limitação da onipotência, onisciência, ou benevolência.

O Teísmo aberto, pelo contrário, afirma que, devido à natureza do tempo, a onisciência de Deus não significa que a divindade pode prever o futuro. O "Teísmo" é por vezes utilizado para se referir, em geral, para qualquer crença em um Deus ou deuses, ou seja, politeísmo ou monoteísmo.[13][14]

O Deísmo afirma que Deus é totalmente transcendente: Deus existe, mas não intervém no mundo para além do que era necessário para criá-lo. Em vista desta situação, Deus não é antropomórfico, e não responde literalmente às orações ou faz milagres acontecerem. É comum no deísmo a crença de que Deus não tem qualquer interesse na humanidade e pode nem sequer ter conhecimento dela.

O pandeísmo e o panendeísmo, respectivamente, combinam as crenças do deísmo com o panteísmo ou panenteísmo.

[editar] Posições científicas e críticas a respeito da ideia de Deus

Stephen Jay Gould propôs uma abordagem dividindo o mundo da filosofia no que ele chamou de "magistérios não sobrepostos". Nessa visão, as questões do sobrenatural, tais como as relacionadas com a existência e a natureza de Deus, são não-empíricas e estão no domínio próprio da teologia. Os métodos da ciência devem ser utilizadas para responder a qualquer questão empírica sobre o mundo natural, e a teologia deve ser usada para responder perguntas sobre o propósito e o valor moral. Nessa visão, a percepção de falta de qualquer passo empírico do magistério do sobrenatural para eventos naturais faz da ciência o único ator no mundo natural.[15]

Outro ponto de vista, exposto por Richard Dawkins, é que a existência de Deus é uma questão empírica, com o fundamento de que "um universo com um deus seria um tipo completamente diferente de um universo sem deus, e poderia ser uma diferença científica ".[16]

Carl Sagan argumentou que a doutrina de um Criador do Universo era difícil de provar ou rejeitar e que a única descoberta científica concebível que poderia trazer desafio seria um universo infinitamente antigo.[17]

[editar] Antropomorfismo

Ver artigo principal: Antropomorfismo

Pascal Boyer argumenta que, embora exista uma grande variedade de conceitos sobrenaturais encontrados ao redor do mundo, em geral seres sobrenaturais tendem a se comportar tanto como as pessoas. A construção de deuses e espíritos como as pessoas é um dos melhores traços conhecidos da religião. Ele cita exemplos de mitologia grega, que é, na sua opinião, mais como uma novela moderna do que outros sistemas religiosos.[18] Bertrand du Castel e Timothy Jurgensen demonstram através de formalização que o modelo explicativo de Boyer corresponde ao que a epistemologia física faz ao trabalhar com entidades não diretamente observáveis como intermediários.[19] O antropólogo Stewart Guthrie afirma que as pessoas projetam características humanas para os aspectos não-humanos do mundo, porque isso torna esses aspectos mais familiares. Sigmund Freud também sugeriu que os conceitos de Deus são projeções de um pai.[20]

Da mesma forma, Émile Durkheim foi um dos primeiros a sugerir que os deuses representam uma extensão da vida social humana para incluir os seres sobrenaturais. Em linha com esse raciocínio, o psicólogo Matt Rossano afirma que quando os humanos começaram a viver em grupos maiores, eles podem ter criado os deuses como um meio de garantir a moralidade. Em pequenos grupos, a moralidade pode ser executada por forças sociais, como a fofoca ou a reputação. No entanto, é muito mais difícil impor a moral usando as forças sociais em grupos muito maiores. Ele indica que, ao incluir sempre deuses e espíritos atentos, os humanos descobriram uma estratégia eficaz para a contenção do egoísmo e a construção de grupos mais cooperativos.[21]

O anarquista Mikhail Bakunin critica a idéia de Deus como sendo uma idéia criada pelas elites (reis, senhores de escravos, senhores feudais, sacerdotes, capitalistas) que busca justificar a sociedade autoritária projetando ideologicamente as relações de dominação para o universo como um todo (Deus como senhor ou rei e o universo como escravo ou súdito). A idéia de Deus serviria como um instrumento de dominação cuja função seria fazer os dominados aceitarem sua exploração como se fosse um fato natural, cósmico e eterno, ou seja, um fato do qual não podem fugir, restando-lhes apenas a opção de resignarem-se.[22]

Referências

1.↑ a b Swinburne, R.G. "God" in Honderich, Ted. (ed)The Oxford Companion to Philosophy, Oxford University Press, 1995.

2.↑ a b c d Edwards, Paul. "Deus e os filósofos" em Honderich, Ted. (ed)The Oxford Companion to Philosophy, Oxford University Press, 1995.

3.↑ a b c d Plantinga, Alvin. "Deus, Argumentos para a sua Existência," Enciclopédia Routledge de Filosofia, Routledge, 2000.

4.↑ A etimologia ulterior é disputada. À parte a hipótese improvável de adoção de uma língua estrangeira, o OTeut. "ghuba" implica como seu tipo pretérito também "*ghodho-m" ou "*ghodto-m". O anterior não parece admitir explicação; mas o posterior representaria o neutro "pple" da raiz "gheu-". Existem duas raízes arianas da forma requerida ("*g,heu-" with palatal aspirate) uma significando 'invocar' (Skr. "hu") a outra "a derramar, para oferecer sacrifícios" (Skr "hu", Gr. χεηi;ν, OE "geotàn" Yete v). OED Compact Edition, G, p. 267

5.↑ Michaelis Deus - sm (lat Deus) (em português). "1 O Ser supremo; o espírito infinito e eterno, criador e preservador do Universo. 2 Teol Ente tríplice e uno, infinitamente perfeito, livre e inteligente, criador e regulador do Universo. 3 Cada uma das pessoas da Santíssima Trindade. 4 Indivíduo ou personagem que, por qualidades extraordinárias, se impõe à adoração ou ao amor dos homens. 5 Objeto de um culto, ou de um desejo ardente que se antepõe a todos os outros desejos ou afetos. 6 Cada uma das divindades masculinas do politeísmo. Pl: deuses. Fem: Deusa. Deus-dará: na locução adverbial ao deus-dará: à toa, descuidadamente, a esmo, ao acaso. Nem à mão de Deus Padre: por forma nenhuma, apesar de todas as contradições."

6.↑ Barton, G. A.. A Sketch of Semitic Origins: Social and Religious. [S.l.]: Kessinger Publishing, 2006.

7.↑ Hastings 2003, p. 540.

8.↑ R. Cudworth, 1678.

9.↑ DOES GOD MATTER? A Social-Science Critique. by Paul Froese and Christopher Bader. Página visitada em 2007-05-28.

10.↑ Wierenga, Edward R. "Divino conhecimento", em Audi, Robert. The Cambridge Companion to Philosofy. Cambridge University Press, 2001.

11.↑ Beaty, Michael (1991). "God Among the Philosophers". The Christian Century.

12.↑ Pascal, Blaise. Pensées, 1669.

13.↑ Philosophy of Religion.info - Glossary - Theism, Atheism, and Agoni.... Philosophy of Religion.info. Página visitada em 16 de julho de 2008.

14.↑ Theism - definiton of thesim by the Free Online Dictionary, Thesaur.... TheFreeDictionary. Página visitada em 16 de julho de 2008.

15.↑ Dawkins, Richard. The God Delusion. Great Britain: Bantam Press, 2006.

16.↑ Dawkins, Richard. Why There Almost Certainly Is No God. The Huffington Post. Página visitada em 2007-01-10.

17.↑ Sagan, Carl. The Demon Haunted World p.278. New York: Ballantine Books, 1996.

18.↑ Boyer, Pascal. Religion Explained,. New York: Basic Books, 2001. 142–243 p.

19.↑ du Castel, Bertrand. Computer Theology,. Austin, Texas: Midori Press, 2008. 221–222 p.

20.↑ Barrett, Justin (1996). "Conceptualizing a Nonnatural Entity: Anthropomorphism in God Concepts" (PDF).

21.↑ Rossano, Matt (2007). "Supernaturalizing Social Life: Religion and the Evolution of Human ..." (PDF).

↑ Mikhail Bakunin, Deus e o Estado (1882) [1]



CERTOS NOMES NUNCA DEVERIAM SER MUDADOS:

VAMOS A OUTRO ESTUDO UM POUCO LONGO. (SEI QUE NÃO SOU BEM VINDO NA COMUNIDADE UBE. MAS O QUE ME IMPORTA MESMO É LEVANTAR A VERDADE!): VAMOS A UM ESTUDO QUE PODE SER CONSTRANGEDOR MAS NÃO POSSO DEIXA-LO DE FAZER O MESMO – “DEUS” – VEJA NO QUE DEU AO SE MUDAR O NOME DE UMA LÍNGUA PARA OUTRA:

Vamos ao estudo da palavra “Deus” na língua original:

(João 20,28): E Tomah respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e {‘Elo(rr)hím(i)} meu! [Estudo tirado da: Bíblia Hebraica Peshita].

Vamos ao estudo da palavra “Deus” na linguagem de hoje (corrompida...):

(João 20,28): Tomé respondeu e disse-lhe: Senhor meu, e {Deus} meu! [Estudo tirado: da Bíblia de Estudo – Palavras-chave Hebraico-grego].

O que vamos estudar é a palavra (Deus) que, na Antiga Aliança da “Torah” não se pronunciava!!!! Era pronunciado assim: ‘Elo(rr)hím(i)! Ok.
Só que com a Nova Aliança, a mudança de língua essa palavra [‘Elo(rr)hím(i)] – passou para o termo [Deus}. Vamos estudar esse termo:
(2316): [THÉOS] – do grego. De origem incerta; uma divindade, especialmente (com 3588) a suprema Divindade; (figurado) um magistrado; pelo hebraico muito – excelente, Deus, deus, devoto, para Deus.
(I) Deus de tudo, Jeová (Mt 1,23; 6,24; Lc 2,14.52; Jo 3,2; 4,24; Rm 16,26; 1Co 4,1). Também “o Senhor Deus” (Mt 4,10; 22,37; Mc 12,29.30; Lc 1,16.32; 1Pe 3,15; Ap 4,8). Em construção:
(A) Sobre pessoas: o Deus de alguém, i.e., o seu protetor, benfeitor, o objeto de sua adoração (Mt 22,32; Mc 12,26; Lc 1,68; At 5,30); sobre coisas, i.e., Deus como o autor e doador, a fonte (Rm 15,5; Fp 4,9; Hb 13,20; 1Pe 5,10).
(B) A respeito do que surge, é enviado, é dado, indicado por Deus (Mt 3,16; Lc 11,49; At 23,4; 2Tm 3,17).
(II) A respeito de Cristo, o logos, que é declarado como sendo Deus (Jo 1,1; 20,28; Rm 9,5; Fp 2,6; 1Tm 3,16; Hb 1,8; 1Jo 5,20).
(III) Do hebraico, a respeito dos líderes de Israel como representantes de Deus na teocracia dos judeus (Jo 10,34.35, citação de Sl 82,1.6).
(IV) No sentido grego: um deus, uma divindade (At 7,43; 12,22; 14,11; 19,26; 1Co 8,4.5; Gl 4,8). Assim, Satanás é chamado de “o deus deste século”, o seu líder etc. (2Co 4,4).
Deriv.: atheos (112), sem Deus, thea (2299), deusa; theios (2304), divino; theiotes (2305), divindade, com referência ao poder de Deus, mas não ao seu caráter e natureza essenciais; theodidaktos (2312), ensinado por Deus; theomachos (2314), alguém que luta contra Deus; theopneustos (2315), inspirado por Deus; theosebes (2318), reverente a Deus; theostyges (2319), alguém que odeia a Deus; theotes (2320), divindade, com referência à essência e natureza de Deus; philotheos (5377), amigos de Deus, aquele que ama a Deus ou gosta de Deus.
Sin.: Kyrios (2962), Deus, Senhor, mestre, amo, supremo em autoridade; pantokrator (3841), Onipotente, Todo-poderoso.

Bem, agora vamos aos desmembramentos desse estudo:

[3588]: Ó (ho) incluindo o feminino (he) e a forma neutra tó (to) em todas as suas inflexões; o artigo definido; o, a (às vezes inserido, às vezes omitido, no idioma Inglês): - o, a, este, esta, isto, aquele, aquela, aquilo, um, uma, ele, ela etc.
[112]: (atheos) de 1 (como prefixo negativo) e (2316); sem Deus: - sem Deus.
Adjetivo derivado do privativo a (1), sem, e Théos (2316), Deus. Ateu, ímpio. Em o Novo Testamento, alheio do conhecimento e adoração do verdadeiro Deus. Ocorrência única em Efésios 2,12.
[2299]: (thea) feminino de (2316); uma divindade do sexo feminino – deusa.
[2304]: (theios) de (2316); semelhante a deus (neutro como substantivo, divindade): - divino, divindade.
Adjetivo de Théos (2316). Deus, Divino, o que é exclusivamente de Deus e procede dele (2Pe 1,3.4); a natureza divina, divindade (At 17,29).
[2305]: (theiotes) de (2304); divindade (abstrato): - divindade.
Substantivo de Theios (2304), divino. Divindade, natureza divina. Usada apenas em Romanos 1,20.
[2312]: (theodidaktos) de (2316) e {1321} – {A SER ESTUDADO APARTE.....!}; instruído divinamente: - ensinado por Deus. (theologos), (2316 e {3004})[a ser estudado aparte!].um “teólogo”: divino. OBS.: COMO ESSE ESTUDO DO Nº 3004 FICA MUITO EXTENSO. VOU FAZER ESSE ESTUDO SEPARADO DESSE. POIS LEVA À,VÁRIAS INTERPRETAÇÕES. E FOGE UM POUCO DO QUE QUERO PASSAR!

OBS.: “VAMOS AO ESTUDO DO Nº {1321} MAS, SEM DESMEMBRÁ-LO (POR SER MUITO GRANDE TAMBÉM E POR FUGIR AO INTUITO DO ESTUDO DA PALAVRA: ‘DEUS’)”: {1321}: (didasko) uma forma expandida (causativa) de um verbo primário (dão, aprender); ensinar (na mesma aplicação abrangente); - ensinar.
De dão (s.f.), conhecer ou ensinar. Ensinar, instruir : (......).
[2314]: (theomachos) de (2316) e {3164}; um oponente à divindade: - lutar contra Deus. {3164}: {machomai} forma média de um verbo aparentemente primário; guerrear, i.e., (figurado) brigar, disputar: - lutar, combate.
[2315]: (theopneustos) de (2316) é uma palavra supostamente derivada de {4154},{que leva a outro estudo muito extenso que vamos ver só uma parte pois sai fora do contexto do estudo!}; soprado divinamente – fornecido por inspiração de Deus.
Adjetivo de théos (2316), Deus, e pneo {4154}, respirar ou soprar. Literalmente, “soprado por Deus”. Dado por Deus, inspirado divinamente. Aparece apenas em 2 Timóteo 3,16.
[2318]: ANTES DE CONTINUARMOS COM ESSE ESTUDO VAMOS A UM BREVE COMENTÁRIO DO DEUS GREGO THÉOS:

Mitologia grega

Os mitos gregos e sua influência na cultura ocidental

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Poseidon ou Netuno, o deus dos mares

Ao escutarmos a palavra "mitologia", quase automaticamente a associamos à palavra "grega". De fato, a mitologia grega ganhou destaque sobre a mitologia de vários outros povos pela própria influência que a civilização e o pensamento grego exerceram sobre o mundo, em particular sobre o Ocidente. Para se ter uma idéia dessa influência, basta lembrar que a filosofia e a matemática, por exemplo, são "invenções" gregas.

Da mesma maneira, a maioria das palavras que dão nome às ciências tem origem grega: física, geografia, biologia, zoologia, história, etc. Também vêm do grego as palavras que designam os relacionamentos dos seres humanos entre si e em sociedade. É o caso de palavras essenciais, como ética, política e democracia.

Herança grega
Se conseguirmos compreender a importância da herança grega para nossa civilização contemporânea - que está cerca de 3000 anos distante dela - não é difícil imaginar a influência que os gregos exerceram nas civilizações que lhes eram mais próximas em termos temporais. É o caso dos romanos, por exemplo, que dominaram a Grécia política e militarmente. No entanto, culturalmente, adaptaram-se aos modelos gregos.

Mas podemos ir mais além. Se o fim do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C., representa o fim da influência greco-romana nos padrões culturais do mundo ocidental, que passou a ser modelado pelo cristianismo, por outro lado, a cultura e a mitologia greco-romana são retomadas ao fim da Idade Média no período que ficou conhecido como Renascimento, bem como no século 18, quando se desenvolve um movimento cultural conhecido como Neoclassicismo.


Religião e arte

Por outro lado, é importante deixar claro que a mitologia grega ou greco-romana, em suas origens mais remotas está ligada a uma visão de mundo de caráter religioso. Ao contrário, à medida que avançamos no tempo em direção aos nossos dias, a mitologia vai se esvaziando do significado religioso e ganhando, principalmente, um caráter artístico. Em outras palavras, no século 15, ao retratar uma deusa greco-romana como Vênus, o pintor Sandro Botticelli não a encarava como uma entidade religiosa, mas como um ideal estético de beleza.

Na verdade, mesmo em termos de Antigüidade, é muito difícil fazer uma separação entre mitologia e arte. A arte da Grécia antiga, por exemplo, trata essencialmente de temas mitológicos. E foi através da arte que tomamos contato com a mitologia grega: além de uma grande quantidade de templos (arquitetura), de esculturas, baixo-relevos e pinturas, a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Em especial, podemos destacar a obra de Homero, a "Ilíada" e a "Odisséia", que datam provavelmente do século 9 a.C., e a de Hesíodo, "Teogonia", escrita possivelmente no século seguinte.

Homero e Hesíodo
Essas três obras podem ser consideradas as fontes básicas para o conhecimento da mitologia grega. A "Teogonia" narra a origem dos deuses (Theos, em grego, significa deus). Já a "Ilíada" e a "Odisséia" tratam de aventuras de heróis, respectivamente Aquiles e Odisseu, embora a participação dos deuses em ambas as narrativas sejam fundamentais. No entanto, além delas existem ainda muitas outras obras antigas que têm como personagens entidades mitológicas - sejam deuses, semi-deuses ou heróis.
Entre elas, merecem destaque as tragédias (obras teatrais) de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, pois através delas conseguimos perceber com maior facilidade o significado simbólico que os mitos têm para a própria existência humana. Por meio delas, talvez se evidencie mais o significado que os mitos têm em termos psicológicos, que acabaram levando psiquiatras como Sigmund Freud e Carl Jung a analisar o significado dos mitos.

Vamos deixar de lado, porém, o significado ou os significados dos mitos. Tudo o que se disse até agora teve como exclusiva função apresentar o contexto que envolve os mitos apenas para podermos apresentar a você, leitor, os próprios mitos, ou melhor, pelo menos alguns deles.

A luta pelo poder
É interessante começar dizendo que os gregos não acreditavam que o universo tivesse sido criado pelos deuses. Ao contrário, eles acreditavam que o universo criara os deuses. Antes de mais nada, existiam o Céu e a Terra, que geraram os Titãs, também chamados de deuses antigos. O mais importante deles foi Cronos (ou Saturno, para os romanos), que reinou sobre todos os outros. No entanto, o Destino - uma entidade à qual os próprios deuses estavam submetidos - determinara que Cronos seria destronado por um de seus filhos. Por isso, mal eles saíam do ventre materno, Cronos os devorava.
Réia, sua mulher, resolveu salvar seu último filho, escondendo-o do marido. Este filho, Zeus, cumpriu a profecia, destronou Cronos e retirou de seu estômago todos os irmãos que haviam sido devorados. Com eles, Zeus passou a reinar sobre o mundo, de seu palácio no topo do monte Olimpo. A corte de Zeus era formada por outros onze deuses, seus irmãos, sua esposa e seus filhos, como se vê no quadro que segue:

Os doze deuses olímpicos

Nome grego Nome latino Características

Zeus Júpiter Era o senhor do céu, o deus das nuvens e das chuvas, e tinha no raio a sua maior arma. No entanto, não era onipotente. Era possível opor-se a ele ou mesmo enganá-lo.

Poseidon Netuno Irmão de Zeus, era o senhor dos mares e ocupava o segundo lugar na hierarquia do Olimpo.

Hera Juno Irmã e mulher de Zeus. Era a protetora dos casamentos. Muito ciumenta, vingava-se sempre dos constantes relacionamentos adúlteros do marido.

Hades Plutão Dominava o mundo subterrâneo, onde habitavam os mortos: o Tártaro, onde eram punidos os vilões, o Elíseo, onde eram recompensados os heróis.

Palas Atena Minerva Gerada da cabeça de Zeus, era sua filha favorita e a deusa da sabedoria.

Apolo Febo Filho de Zeus e Leto, era identificado com o Sol e considerado o deus da música e da cura - artes que ensinou aos homens
Ártemis Diana Irmã gêmea de Apolo, era a deusa da caça e da castidade.
Afrodite Vênus Deusa do amor e da beleza, que a todos seduzia, fossem deuses ou simples mortais.

Hermes Mercúrio Filho de Zeus e mensageiro dos deuses, dos quais era o mais esperto ou astuto. Por isso, protegia comerciantes e ladrões.

Ares Marte Filho de Zeus e Hera, é o deus da Guerra, considerado, por Homero, "a maldição dos mortais".

Hefesto Vulcano Deus do fogo, ferreiro e artesão, que fabricava os utensílios e as armas de deuses e heróis.

Héstia Vesta Era o símbolo do lar e foi mais cultuada pelos romanos que pelos gregos.


VOLTANDO AO ESTUDO ACIMA: [2318]: (theosebes) de (2316) e [4576]; reverente a Deus, i.e., piedoso: - adorador de Deus.
Adjetivo de théos (2316), Deus, e sebomai {4576}, reverenciar. Piedoso, devoto, traduzida como “temente a Deus” (Jo 9,31).
Deriv.: theosebeia (2317), santidade, semelhança a Deus.
Sin.: eulabes: {2126}, aquele que recebe bem alguma coisa, devoto, mas de uma maneira mais passiva do que eusebes {2152}, pio, piedoso, reverente, devoto, mostrando a própria reverência, em uma atitude de adoração, philotheos {5377}, amigo de Deus. Também theophilos (2321), um amigo de Deus, palavra usada apenas como o nome do próprio Teófilo.
Bem, como podem ver o termo (Théos) é muito grande e está em tudo o que se pode pensar. E, infelizmente esse termo vem de um deus grego pagão!!! E está em tudo mas tudo mesmo.... Vivemos numa comunidade pagã....... Sendo assim, vamos somente a um breve comentário dos “números acima que indubitavelmente, levam a mais números de outras colocações.......!!! Vamos estudar brevemente os números”: 4576; 2126; 2152; 5377.:
- 4576: (sebomai) voz média de um verbo aparentemente primário, reverenciar, i.e., adorar – devoto, religioso, adorar.
Adorar, reverenciar. Em o Novo Testamento usada apenas na voz média (Mt 15,9; Mc 7,7; At 16,14; 18,13; 19,27). O particípio, usado como substantivo, um adorador do Deus verdadeiro. (.....). Olha para onde este estudo leva a mais números: asebes 765: ateu; eusebes 2152: piedoso; 2318; 4586; 2125; 3000; 4352 – Sendo infinitamente o estudo.....!!!!
2126: (eulabes): de 2095 e 2983; considerar bem, (cuidadosamente), i.e., circunspecto (religiosamente, piedoso): - devoto.
Adjetivo de eu (2095), bom, bem, correto, corretamente, e lambano (2983)...... Nas páginas do Novo Testamento: somente usada a Deus.... Lc 2,25; At 2,5; 8,2. Leva a outros números: 2124; 2125!
2152: (eusebes): de 2095 e 4576; reverente i.e., piedoso...... Isso nos leva a ideia dos “Papas” padres. Que significa “Papa pio? Significa: Pai piedoso” E, o próprio Filho fala na Palavra para não chamares ninguém de “Pai” pois só existe um...... E, esse termo é pagão........adorando um deus grego ou até mesmo com “D” maiúsculo pois o termo deus ou DEUS OU Deus – é pagão!!!!!! Grifo meu. E esse estudo leva a mais números: 2095; 4576. E, que leva a passagens da própria Bíblia: 2Pe 2,9; At 10,2.7; 22,12! Ok. São atos piedosos. Bons......mas o termo em si vem de um termo pagão.... Como fugir DELE?????????????!!!!!!! Grifo meu.
2125: (eulabeomai) forma média de 2126; ser circunspecto, i.e., (conseqüentemente) ser apreensivo, religiosamente, reverenciar...... de 2126......da Bíblia: At 23,10; Hb 11,7.
3000: (latreuo) de (latris, um serviçal contratado); servir (a Deus), i.e., prestar homenagem religiosa – servir, fazer o serviço adorar, adorador. Cita várias passagens da Bíblia: Rm 1,25; Hb 8,5; 9,9....; Ap 7,15.... E, leva a vários números: 2999; 2151; 4352; 4573; 4576; 1247; 3008!
4352: (proskyneo) de 4314 e um provável derivado (2965) (com o significado de beijar, COMO UM CÃO LAMBENDO A MÃO DE SEU DONO); ADULAR OU AGACHAR-SE, I.E., (LITERALMENTE OU FIGURADO) PROSTRAR-SE EM HOMENAGEM (APRESENTAR REVERÊNCIA À, ADORAR): - ADORAR. ESSA REFERÊNCIA ME LEMBRA MUITO: “1 REIS 19,18”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! GRIFO MEU. [Melahim Alef 19,18: Também deixei ficar em Ysrael sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou!]. Grifo meu. (1Rs 19,18).

PUXA VIDA. SE VOLTARMOS AO ESTUDO ORIGINAL, OU MELHOR, A SEQÜÊNCIA DO ESTUDO ACIMA: AINDA FALTA VER OS NÚMEROS: 2319; 2320; 5377; 2962; 3841 – SENDO ASSIM, VAMOS A UM BREVE ESTUDO DESSAS SEQÜÊNCIAS, QUE ACHO QUE JÁ DEU PARA O LEITOR ENTENDER A MINHA LINHA DE RACIOCÍNIO. VAMOS LÁ.:

- (2319): [theostyges] de (2316) e a base de {4767}; odioso a Deus, i.e., ímpio – aquele que odeia a Deus.
Adjetivo de théos (2316), Deus, e stygeo (s.f., veja apostygeo [655]), odiar, abominar. Em o Novo Testamento: alguém que odeia a Deus, ímpio. A palavra aparece apenas em Romanos 1,30.
- (2320): (theotes) de (2316); divindade (abstrato): - divindade.
Substantivo de Théos (2316), Deus, Divindade, a natureza e as perfeições divinas. Somente em Colossenses 2,9.
- (5377): (philotheos) de {5384} e (2316); pessoa que ama a Deus, i.e., piedoso – pessoa que ama a Deus.
- (2962): AGORA SIM, ENTREI ONDE QUERIA MAS O TEXTO É LONGO... PUXA VIDA VOU VER SE CONSIGO FAZER TUDO AGORA OU DOU UM TEMPO.....BEM VAMOS LÁ:
(KYRIOS) (KYROS, SUPREMACIA); SUPREMO EM AUTORIDADE, I.E., (COMO SUBSTANTIVO) CONTROLADOR. (CONSEQÜENTEMENTE) SENHOR (COMO TÍTULO DE RESPEITO): - DEUS, SENHOR, AMO. SUBSTANTIVO DE KYRIOS (S.F.), FORÇA, PODER. SENHOR, AMO, DONO.
(I) DE MODO GERAL:
(A) COMO O POSSUIDOR PROPRIETÁRIO, AMO, POR EXEMPLO, DE PROPRIEDADE (Mt 20,8; 21,40; Gl 4,1); AMO OU CHEFE DE UMA CASA (Mt 15,27; Mc 13,35); SOBRE PESSOAS, SERVOS, ESCRAVOS (Mt 10,24; 24,45.46.48.50; At 16,16.19; Rm 14,4; Ef 6,5.9; Gl 3,22; 4,1). COM RESPEITO A UM MARIDO (1Pe 3,6). SENHOR, AMO DE ALGUMA COISA, COM ABSOLUTA AUTORIDADE SOBRE ELA, POR EXEMPLO, SENHOR DA PLANTAÇÃO (Mt 9,38; Lc 10,2); SENHOR DO SÁBADO (Mt 12,8; Mc 2,28).
(B) SOBRE UM SENHOR SUPREMO, SOBERANO, POR EXEMPLO, O IMPERADOR ROMANO (At 25,26); OS DEUSES PAGÃOS (1Co 8,5).!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(C) COMO TÍTULO HONROSO DE TRATAMENTO, ESPECIALMENTE COM RELAÇÃO A SUPERIORES, EQUIVALENTE A SENHOR, COMO UM SERVO SE DIRIGE AO SEU AMO (Mt 13,27; Lc 13,8); UM FILHO A SEU PAI (Mt 21,30); UM ESTUDANTE OU SEGUIDOR A UM PROFESSOR, MESTRE (Mt 8,25; Lc 9,54). VEJA TAMBÉM Mt 7,21.22; Lc 6,46. COM RESPEITO A UMA PESSOA DE DIGNIDADE E AUTORIDADE (Mc 7,28; Jo 4,11.15.19.49); A UM PROCURADOR ROMANO (Mt 27,63). USADO QUANDO SE TRATA ALGUÉM COM RESPEITO (Jo 12,21; 20.15; At 16,30).
(II) USADA A RESPEITO DE DEUS E CRISTO.
(A) SOBRE DEUS, COMO O SENHOR E SOBERANO SUPREMO DO UNIVERSO, NORMALMENTE NA “LXX”, CORRESPONDENDO À PALAVRA HEBRAICA YEHOWAH (3068, ANTIGO TESTAMENTO), JEOVÁ, SENHOR. COM O ARTIGO, HO KYRIOS (Mt 1,22; 5,33; Mc 5,19; Lc 1,6.28; At 7,33; Hb 8,2; Tg 4,15). SEM O ARTIGO, KYRIOS (Mt 27,10; Mc 13,20; Lc 1,58; At 7,49; Rm 4,8; Hb 7,21; 1Pe 1,25). COM AUXILIARES, POR EXEMPLO, KYRIOS HO THÉOS ([2316], DEUS), O SENHOR DEUS (Mt 4,7.10; 22,37; Lc 1,16; KYRIOS SABAOTH) {Vejam de onde vem os termos de “títulos” que os irmãos tanto usam e adoram..........!!!!!!! Simplesmente estão adorando a deuses no paganismo........!!!!!!!!}.Grifo meu. ([4519], exércitos), SENHOR DOS EXÉRCITOS; UM TÍTULO MILITAR DE DEUS (Rm 9,29; Tg 5,4); KYRIOS. PANTOKRATOR (3841), SENHOR TODO-PODEROSO, UM GOVERNADOR DE TUDO (2Co 6,18); KYRIOS HO PANTOKRATOR , SENHOR DEUS, O TODO-PODEROSO (Ap 4,8; 11,17); KYRIOS TON KYRIEUONTON (2961), SENHOR DOS SENHORES, UMA REFERÊNCIA AOS QUE ESTÃO NO GOVERNO (1Tm 6,15): SENHOR DO CÉU E DA TERRA (Mt 11,25; Lc 10,21; At 17,24).
(B) SOBRE O SENHOR JESUS CRISTO (1) COM REFERÊNCIA À SUA MORADA NA TERRA, COMO MESTRE E PROFESSOR, EQUIVALENTE A RHABBI (4461), RABINO, E EPISTATES (1988), MESTRE, SUPERINTENDENTE (Mt 17,4 [Cf. Mc 9,5; Lc 9,33]. VEJA TAMBÉM Jo 13,13.14). PRINCIPALMENTE NOS EVANGELHOS, ANTES DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO (Mt 21,3; 28,6; Lc 7,13; 10,1; Jo 4,1; 20,2.13; At 9,5; 1Co 9,5). COM AUXILIARES, POR EXEMPLO, HO KYRIOS KAI HO DIDASKALOS ([1320], PROFESSOR), MESTRE E SENHOR (Jo 13,13.14): HÁ KYRIOS IÊSOUS (2424), O SENHOR JESUS (Lc 24,3; At 1,21; 4,33; 1Co 11,23). (2) COMO O SENHOR SUPREMO DA DISPENSAÇÃO DO EVANGELHO, “SENHOR DE TODOS, RICO PARA COM TODOS OS QUE O INVOCAM” (Rm 10,12; Ap 17,14); COMO SIMPLESMENTE “SENHOR”, OU “O SENHOR” (Mt 22,44; Mc 16,20; At 8,25; 19,10; 2Co 3,16.17; Ef 5,10; Gl 3,23; 4,1; 2Ts 3,1.5; 2Tm 4,8; Hb 7,14; Tg 5,7; 2Pe 3,10; Ap 11,8). COMO AUXILIARES, POR EXEMPLO, “JESUS, NOSSO SENHOR” (Rm 4,24; 10,9; 1Co 5,5; Fp 2,19; Hb 13,20); “O SENHOR JESUS CRISTO” OU JESUS CRISTO, “O SENHOR” (At 16,31; Rm 1,3.7; 13,14; 16,18; 1Co 1,2.9.10; Gl 6,18; Ef 3,11; Fp 1,2; 1Tm 1,2); CHRISTÓS KYRIOS, COMO O SIGNIFICADO DE O MESSIAS (Lc 2,11).
Deriv.: KYRIA (2959), SENHORA; KYRIAKOS (2960), DO SENHOR; KYRIEUO (2961), SER SENHOR ; KYRIOTES (2963)
Sin.: ARCHEGOS (747), LÍDER; ARCHON (756), GOVERNANTE; DESPOTES (1203), MESTRE, AMO; ETHNARCHES (1481), LÍDER DE UMA NAÇÃO; HEGEMON (2232), GOVERNANTE; KOSMOKRATOR (2888), GOVERNANTE DO MUNDO; PANTOKRATOR (3841), TODO-PODEROSO.
Bem, como os caros leitores viram, o estudo fica muito extenso e, não vamos ver todos os artigos.......vamos ao último artigo da seqüência lógica do estudo.....e, também porque acho que já deu para ver que os títulos usados na Bíblia vem de um único termo pagão.....ou melhor, quase tudo vem desse termo......!!!! retornando ao estudo:
(3841): (pantokrator) de (3956) e (2904); aquele que governa tudo i.e., Deus (como soberano absoluto e universal): - Todo-Poderoso.

Como deu pra ver o estudo ainda se prolongaria......mas já deu pra ver o quanto o termo pagão abrange quase tudo........ Claro acho que muitos discordam da minha opinião.....então vejam o que a Bíblia Peshita Hebraica fala sobre esse assunto:


OLA CAROS LEITORES! VAMOS AGORA, A UM ESTUDO DE ALTA QUALIDADE PARA EVANGELIZAR...! VAMOS AO ESTUDO DA “BÍBLIA – ‘PESHITTA’ (OU MELHOR DA: BÍBLIA HEBRAICA PESHITTA) – EDIÇÃO 2011 ISBN 383.265 LIVRO – CONTENDO A: TORAH E A B’RIT HADASHA!”:


VAMOS AO ESTUDO DO NOME DO PAI ETERNO: YHVH

YHVH

Expressão como Ye’chua, lê-se Yerrua Eu sou Espírito [Rúkha] – grifo meu. Não se deve Ler como Ye’shua Lido da direita para esquerda: - [a forma hebraica] – grifo meu. (E a transliteração): YHVH – Y (iud) ou [Iôd] – grifo meu. H(r{ê}) V (vav) H(r{ê}). Obs. {estou usando o “V” e na Bíblia Peshitta traz o “W” no Tetragrama – grifo meu}.

O Nome do Eterno nas Escrituras Hebraicas, o Tetragrama, lê-se (Há’ Shem(i) o “Há” como o fonema da palavra “Razão” e o “Shem” do verbo chegar e uma menção tão leve da vogal “I” a ponto do fonema dela confundir-se com a vogal “E” Há Shem(i) [Rachem(i)], que traduzido para o português quer dIzer “O NOME” é atribuída ao “Eterno” dAquele que no universo ilimitado do puro hebraísmo é o Absoluto, Criador e de Eternidade a Eternidade a Causa Causadora, O Ser Eternissímo, Bem como o Único Princípio Eternizante, nosso Pai Celestial, o Eterno.

Entre Judeus e Hebraistas é comum mencionar e registrar “Há’-Shem” diante da ocorrência do Tetragrama, ainda que muitos prefiram menciona-lo como Eterno e outros títulos de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e apreciadores. Entretanto, Ha’ Shem é mencionado há mais de cinco mil anos.

Já no que diz respeito ao uso do Nome: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J” advertimos que são deturpações abusivas dos sons originais. Cabe-nos recordar aos interessados que “Je” e “Já” não eram fonemas no hebraico original, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes “Javé”, pelas respectivas razões literárias, fonéticas e morfo-lingüística é estranho ao mundo hebraico.

Adjetivos usados nos respectivos idiomas como, por exemplo: Senhor; Eterno; Absoluto, é permitido usar, desde que não se choquem com a cultura hebraica, e não se torne uma substituição definitiva para o Tetragrama!

Em relação ao termo “Deus”, convidamos ao estudante das Escrituras a exercer o Máximo da sua atenção espiritual, e mesmo a orar para ampliar a pureza de suas motivações e intenções. Eis o que é digno de tão séria meditação e dedicação:

“Deus” do Grego “Zeus” cujas declinações:

(Do Grego) – Ó Zeu.

(Do Grego) – “Zeus” o mesmo que “Iupiter” Para os Romanos.

(Do Grego) – Dios.

(Do Grego) – Dií.

(Do Grego) – Dia.

Da palavra “Zeus” surgiu Théos em grego, que em latim é o mesmo que Júpiter. A Palavra “Teologia” surgiu desta raiz pagã, que significa o “Estudo de Deus”, ou seja, “Estudo de Zeus”.

A partir destas declinações anteriores descritas surgiram palavras latinas como “Deus” dentre muitas outras da mesma natureza. É obvio que houve uma evolução da língua grega, e alguém o denominado foneticamente por esse nome a partir do egípcio antigo “Zeuth”. Vemos claramente que as formas do sincretismo são muito antigas.Querer justificar que “Zeus” ou “Deus” é o mesmo que Pai dos Céus, e que por isso, não é errado usar esta palavra, é o mesmo que dizer, que na índia, usar o termo Bíblia Sagrada “Shiva” Salvação dos céus está correto; ou referente a “Buda” considerar a utilização desse termo na “Bíblia” como “Deus” ou ser Poderoso; bem assim, Confúcio em outro Pais, e assim sucessivamente. Todos esses termos têm origem Pagã representando os deuses ligados à adoração ao “SOL”.

No Dicionário: “Deuses e Heróis da Antiguidade Clássica”, de Tassilo Orpheu Spadilg (Cultrix Mec) do Ministério da Educação e Cultura, primeira Edição de 1974 pág., 169 a 171 podemos observar que: “Júpiter ou Zeus (genitivo aíos), em grego, que corresponde ao Sânscrito Diaus pitar e ao Latim Juppter (Ju ou Iu – ppiter)”. Diaus significa céu ou luz do céu, (Igual ao Sol) que, por sua vez já indica o caráter desta antiga divindade indo-européia. Para os gregos e romanos, Júpiter era filho de Saturno e Réia.

O Nome indo-europeu deus ou Deus, que se encontra em Sânscrito, Lituano, antigo prussiano, velho Islandês, Galês, Latim e Grego, significa brilhante, inseparável do vocabulário dia, Zeus (em grego), Dies em Latim.

Isso Transcreve claramente o que diz Isaías 14,12 a 14 “COMO CAÍSTE DOS CÉUS, TU, O RESPLANDECENTE, FILHO DA ALVA! COMO FOSTES CORTADO POR TERRA TU QUE DEBILITAVA AS NAÇÕES! E TU DIZIAS NO TEU CORAÇÃO: EU SUBIREI AOS CÉUS, ACIMA DAS ESTRELAS DE ELORRIM E EXALTAREI O MEU TRONO. E SEREI SEMELHANTE AO ALTÍSSIMO”.

Como vemos a estrela da manhã “Brilhante” ou “Dia” se refere a Zeus ou Deus. O culto de Iúpiter ou Zeus graças ao helenismo, estendeu-se à vários povos e a várias línguas.

O Helenismo do primeiro século combatia arduamente a maneira Helênica, pois se afastava completamente da “Torah”!.... Os Helênicos nunca deixaram de adorar a “Zeus” ou a “Deus” enquanto os que amam as Escrituras Hebraicas reconhecem somente Há ‘Shem. Por esse motivo, não usamos e não recomendamos esse termo fonético grego “Zeus” ou “Deus”.

Por conseguinte, O “Hebraico” é o idioma primordial de toda esfera da vida. Neste idioma está codificada toda a “Criação” do Eterno. Seu nome está inserido no nome de Yeshua, onde Ele se manifesta como Yeh; Eu Sou, Shua, SALVAÇÃO. “Ehie Asher Ehie” ou O GRANDE “EU SOU”; AQUELE QUE CAUSA QUE VENHA A SER. Quanto à pronúncia, foi amplamente conhecida, enquanto existiu o Templo de Yeruchalayim. Sendo a tradição passada de pai para filho e de mestre para discípulo, com respeito e reverência aos nomes sagrados. Por este motivo recomenda-se a expressão Há ‘Shem (O NOME) como melhor forma de preservar a Santidade de Seu Eterno “Nome”.


VIRAM? ENTÃO, FAÇA SUA ESCOLHA: UM CRENTE PAGÃO? OU UM CRENTE LIBERTO PELA VERDADE ACEITE SEU NOME POIS SÓ UM NOME É DADO ENTRE OS HOMENS QUE SALVA........ATOS 4,12! ANSELMO ESTEVAN.

BÍBLIAS PESQUISADAS: PALAVRAS CHAVE HEBRAICO-GREGO. BÍBLIA PESHITA HEBRAICA. E MATERIAL TIRADO DA INTERNET. “MITOLOGIA GREGA”!

(....): OU VC. PODE FICAR COM TÍTULOS....!!!! E SER ETERNAMENTE UM: “CRENTE QUE ADERE AO PAGANISMO....”!


Anselmo Estevan.



BÍBLIA PESHITTA HEBRAICA; BÍBLIA PALAVRAS CHAVE HEBRAICO-GREGO, DICIONÁRIO BÍBLICO HEBRAICO PORTUGUÊS; BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA, FORAM USADAS NESTE ESTUDO. FEITO POR: ANSELMO ESTEVAN. COM GRIFOS MEUS! FORMADO EM BACHAREL EM TEOLOGIA PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO SP. ANSELMO ESTEVAN.

QUANDO É QUE O 'CRENTE' SE COLOCA NA FRENTE DO CRIADOR? E DESFAZ SUA PALAVRA!

Gotas Bíblicas


Impureza de Lábios
Pr. Olavo Feijó

Isaías 6:5 - ¶ Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos.

Arrasado pela morte do justo rei Uzias, Isaías foi buscar consolo no templo. De repente, pelas experiências que começou a ter, deu-se conta da impureza de sua própria vida. "Então disse eu - Ai de mim, que vou perecendo! Porque sou um homem de lábios impuros..." (Isaías 6:5).

Nossa tragédia contemporânea é que habitamos no meio de um mundo de lábios obscenos, mentirosos, odiosos. Pior ainda: apesar da intensidade da impureza que nos cerca, o mar de lama já não nos incomoda. Palavras de baixo calão, que nunca se ouviam nas rodas sociais e familiares, tornaram-se expressões corriqueiras, usadas livremente por homens, mulheres e crianças. E os meios de comunicação, sob pretexto de falar a língua do povo, não tem mais limites no uso de lábios impuros.


Foi isso que Isaías quis dizer quando se viu no atoleiro da linguagem profana de um mundo pornográfico. A mensagem da Bíblia, porém, ao narrar a experiência do futuro profeta, foi a de que vida cristã exige autoconhecimento de tragédia pessoal e social nos será preciso, para que choremos pela impureza dos nossos lábios? "Sal da terra" não consegue conviver pacificamente com podridão da terra. Anedotas profanas e expressões chulas não pertencem ao vocabulário daqueles que se dizem lavados pelo "sangue do Cordeiro". Da mesma boca, diz a Bíblia, não deve sair louvores e palavrões... A palavra de esperança é dada na Primeira Carta de João: Se reconhecermos nossos lábios impuros e "confessarmos nossas faltas, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça".


NOS DIAS DE HOJE, AS PESSOAS QUE SE DIZEM "EVANGELICAS" NÃO SE IMPORTAM NENHUM POUCO COM ESSE 'DETALHE'! ADORAM FAZER TOTALMENTE O CONTRÁRIO....!!!! NÃO PRECISO NEM DAR EXEMPLOS DISSO POIS É SÓ DISCORDAR, NÃO ENTENDER, OU SIMPLESMENTE POR ACOMODAÇÃO FALAM DESCARADAMENTE EM CRITICAS DE OUTROS IRMÃOS.....FALTANDO COM RESPEITO.... SEM SE IMPORTAR COM A EPOCA, SITUAÇÃO ETC. DO QUE FOI ESCRITO..........ISSO ESTÁ ERRADO COM A SUA LEI! POIS SE DIZEM QUE O AMAM TERIAM QUE OBSERVAR MAIS ESSA PASSAGEM:


MATERIAL TIRADO DA BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA DA EDITORA CULTURA CRISTÃ SBB. PESQUISA FEITA POR: ANSELMO ESTEVAN. COM FORMAÇÃO DE PASTOR, E BACHAREL EM TEOLOGIA PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO. SP.

Vayikra (Levítico) 19, 15-18: Não farás injustiça no juízo, nem favorecendo o pobre, nem comprazendo ao grande com justiça julgarás o teu próximo.

Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não atentarás contra a vida de teu próximo. Eu sou o YAHU.

Não aborrecerás teu irmão no teu íntimo, mas repreenderás o teu próximo e, por causa dele, não levarás sobre ti pecado.

Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o YAHU. [Dt 32,35: A MIM ME PERTENCE A VINGANÇA, A RETRIBUIÇÃO , A SEU TEMPO, QUANDO RESVELAR O SEU PÉ; PORQUE O DIA DA SUA CALAMIDADE ESTÁ PRÓXIMO, E O SEU DESTINO SE APRESSA EM CHEGAR. (REF.: Rm 12,19; Hb 10,30; 2Pe 2,3)]. POR ISSO NÃO SE VINGUE POR VOSSA VONTADE.....!!!


ESTUDO DESSA PASSAGEM: AMARAS O TEU PRÓXIMO: O termo "próximo" se aplicava a qualquer israelita (v. 17) ou estrangeiro que residisse com o povo de 'Ulhím (v. 34) e com o qual a pessoa tivesse contato. YahuShúa considerou esse o segundo maior mandamento (veja Mt 22,39-40; Mc 12,31; Lc 10,27). E tanto Paulo (Rm 13,9; Gl 5,14) quanto Tiago (Tg 2,8) fizeram referência à sua importância. Veja CH 4.


CATECISMO DE HEIDELBERG
PARTE I

Nossa miséria

PERGUNTA 4. O que a Lei de 'Ulhím Yahu exige de nós?
RESPOSTA. MaschiYah (O MESSIAS) nos ensina isso, em um resumo, em Mateus 22,37-40:

Amarás o Senhor, teu 'Ulhim Yahu, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.

Este é o grande e primeiro mandamento.
O segundo, semelhante a este, é: AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO!
Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas!
Referências bíblicas: Lv 19,18; Dt 6,5; Mc 12,30.31; Lc 10,27.


É isso que todo crente ou não deveria saber de cor. Pois isso é que é amar ao ETERNO EM VERDADE E ESPÍRITO! ACHO QUE NÃO PRECISO FALAR MAIS NADA. NÃO É MESMO......!!!!!

"NOS NOMES DA TRINDADE, ESTÃO OS MEUS GRIFOS...!". (PS.: SÓ QUE POR SE ACHAREM DE TER LÁBIOS IMPUROS O HOMEM SE NEGOU A FALAR SEU NOME PRÓPRIO E SANTÍSSIMO!!!!! POR ISSO TROCOU O SEU NOME PARA OUTRO QUE VEIO A BLASFEMAR O SEU NOME DIANTE DAS NAÇÕES GENTIAS.....POR ISSO MESMO TEMOS QUE REVER ESSE CONCEITO RETROGRADO QUE FOI DE CABEÇA DE HOMEM NÃO DO ETERNO EM SUA VONTADE! POIS SE FOSSE ASSIM A PALAVRA DO ETERNO SE CONTRADIZ? DE FORMA ALGUMA - POIS COMO FICARIA: ATOS 4,12! JOEL 2,32! ATOS 2,21! ROMANOS 10,13! SALMOS 150,6! SALMOS 113,1! ÊXODO 20,7! MATEUS 6,9-13! LUCAS 11,2-4! ENTRE TANTOS OUTRAS PASSAGENS....!!!! POR QUE FALO ISTO? PORQUE O "HOMEM" NÃO SE ACHA DIGNO DOS SEUS LÁBIOS DE PRONUNCIAREM SEU NOME SANTO QUE SALVA...!!!!! ENTÃO COMO SEREMOS SALVOS? SE NÃO NOS ACHAMOS DIGNOS DE PRONUNCIAR SEU NOME QUE SÓ ELE PODE NOS SALVAR!!!!! ASSIM PISAMOS O SEU SANGUE! DE NOVO E DE NOVO E DE NOVO!!!! POR QUE? PORQUE ELE PODE DEIXAR DE SER ETERNO PARA VIR EM CARNE E OSSO A IMAGEM DE HOMEM PECADOR PARA MORRER POR NOSSOS PECADOS....!!!! MORRER POR NÓS NA CRUZ E SE FAZER MALDIÇÃO POR NÓS.............!!!!!!!! E NÓS NÃO NOS ACHAMOS PERFEITOS PARA PRONUNCIAR SEU NOME QUE SALVA???? ENTÃO PRA QUE SEU SACRIFÍCIO???? NÃO ADIANTOU DE NADA????? É ISSO QUE FAZEMOS COM ELE E COM OS OUTROS.......!!!!!! POR ISSO LEVANTO SEU NOME ÚNICO QUE SALVA! PELOS SEUS SACRIFÍCIOS DE SANGUE: "HEBREUS 13,5-13. E, PRETENDO SER SEU TESOURO PARTICULAR NA VIDA ETERNA POIS PRONUNCIO SEU NOME SANTO E VERDADEIRO EM VERDADE DE ESPIRITO POIS É ESSES ADORADORES QUE ELE PROCURA - MALAQUIAS 3,16-18!").

ESSE É O VERDADEIRO CRENTE QUE NÃO SE ENVERGONHA DOS SEUS SACRIFÍCIOS E NEM EM PROCURAR SEU NOME VERDADEIRO E EM RESPEITAR AS IDEIAS DOS IRMÃOS......EM TODO O MUNDO!!!!


ANSELMO ESTEVAN.

domingo, 18 de setembro de 2011

"ONDE SE GRITA ESCRITURALMENTE O NOME DE YAH!" VEJA: (YAHU):

“AS ESCRITURAS FALAM AO CORAÇÃO ESPIRITUALMENTE:”




Nm 2,23 – [27]:

Referências do versículo 27: [Dt 28,3-6; 2Sm 7,23; 2Cr 7,14; Is 43,7; Dn 9,18-19; Êx 20,24; Nm 23,20; Sl 5,12; 67,7; 115,12-13; Ef 1,3!].



Antes de estudarmos cada versículo, vamos a outra passagem que completa a primeira: (Jr 15,16):

Referências: Ez 3,1.3; Ap 10,9; [Jó 23,12; Sl 119,72].



Vamos ao Estudo do capítulo 15, versículo 16 de: “Jeremias”:



ESTUDO: AS TUAS PALAVRAS... AS COMI: O aspecto doce da tarefa ao mesmo tempo doce e amarga de receber as PALAVRAS de ‘Ulhim (veja Ez 3,1-3). PELO TEU NOME SOU CHAMADO: A mesma declaração é feita acerca DO POVO em Jr 14,9!



Jeremias 14,9.

Referências: Is 59,1; Êx 29,45; Lv 26,11; Sl 46,5; Jr 8,19.



Vamos ao Estudo do capítulo 14, versículo 9 de “Jeremias”:



ESTUDO DE JEREMIAS 14,9: Somos CHAMADOS PELO TEU NOME. Isso explica a força da motivação apresentada no v. 7. A honra de (Yahu) estava em jogo no destino do seu povo. Veja CFW 12.



(Jr 14,7: Referências: [Sl 25,11; Jr 14,21]): “Por causa do teu NOME, (Yahu), perdoa a minha iniquidade, que é grande. Não nos rejeites, por amor do teu NOME; não cubras de opróbrio o trono da tua glória; lembra-te e não anules a tua aliança conosco!”.



“VAMOS AO ESTUDO: CFW 12” – A Confissão de Fé de Westminster:



A Confissão de Fé de Westminster

Capítulo XII

Da Adoção



1. A todos os que são justificados ‘Ulhim se digna fazer participantes da graça da adoração em e por seu único filho (YahuShúa – MaschiYah – O MESSIAS). Por essa graça, eles são recebidos no número dos filhos de ‘Ulhím e desfrutam a liberdade e os privilégios Dele, têm sobre si o Nome Dele [Jr 14,9; 2Co 6,18; Ap 3,12]. Referências: (2Co 6,18): Nos remete a essas referências – [2Sm 7,14; Jr 31,1.9; Ap 21,7; Jo 1,12; Rm 8,14; Gl 4,5-7; Fp 2,15; 1Jo 3,1].



“Vamos à: ‘Ap 3,12’: [AO VENCEDOR, FÁ-LO-EI COLUNA NO SANTUÁRIO DO MEU ‘ULHIM, E DAÍ JAMAIS SAIRÁ; GRAVAREI TAMBÉM SOBRE ELE O NOME DO MEU ‘ULHIM, O NOME DA CIDADE DO MEU ‘ULHIM, A NOVA YERUSHALAYIM QUE DESCE DO CÉU, VINDA DA PARTE DO MEU ‘ULHIM, E O MEU NOVO NOME]”. (Ap 2,17; 22,4) – Fp 2,9-11!

Voltando ao texto acima: - Recebem o Rúkha (Espírito) de adoção, têm acesso, com ousadia, ao trono da Graça e são habilitados a chamar “ABBA, Pai”; são tratados com piedade, protegidos, providos e por Ele corrigidos por Ele, como por um Pai, nunca, porém, abandonados, mas SELADOS para o Dia da redenção, e recebem as promessas como herdeiros da eterna SALVAÇÃO.



Referências bíblicas: Ef 1,5; Gl 4,4.5; Rm 8,17; Jo 1,12; Jr 14,9; 2Co 6,18; Ap 3,12; Rm 8,15; Ef 3,12; Gl 4,6; Sl 103,13; Pv 14,26; Mt 6,30.32; Hb 12,6; Lm 3,31.32; Ef 4,30; Hb 6,12; 1Pe 1,3.4; Hb 1,14.



* Vossas Senhorias - viram às “Referências”, antes do estudo da “CFW”; onde levam o texto?! Não! Bem, não tenha preguiça de ler e confira!!

Eu vou dar uma ajudinha: Por “Esconderem, se Esquecerem, e deixar que o ‘NOME’ do ‘ETERNO’ – Fosse BLASFEMADO ENTRE OS GENTIOS” – (Rm 2,24; Ez 16,27; 36,20-23; etc.); muitos sofrimentos foram impostos ao seu povo...!!!!

- Podemos refletir nas referências de: “Nm 6,27”:

1º [Dt 28,3-6]: Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Bendito seras ao entrares e bendito, ao saíres.

2º [2Sm 7,23]: Quem há com o teu povo, como Yisrael, gente única na terra, a quem tu, ó (‘Ulhim – Yahu), foste resgatar para ser seu povo? E para fazer a ti mesmo um nome e fazer a teu povo estas grandes e tremendas coisas, para a tua terra, diante do teu povo, que resgataste do Egito, desterrando as nações e seus deuses?

3º [2Cr 7,14]: Se o meu povo, QUE SE CHAMA PELO MEU NOME, SE HUMILHAR, e orar, e me buscar, e se CONVERTER DOS SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, PERDOAREI OS SEUS PECADOS E SARAREI A SUA TERRA.

4º [Is 43,7]: A todos os que são CHAMADOS PELO MEU NOME, E OS QUE CRIEI PARA MINHA GLÓRIA, E QUE FORMEI, E FIZ!

5º [Dn 9,18-19]: Inclina, ó ‘Ulhim meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é CHAMADA PELO TEU NOME, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. Ó Yahu, ouve; ó Yahu, perdoa; ó Yahu, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, o ‘Ulhim meu; porque A TUA CIDADE E O TEU POVO SÃO CHAMADOS PELO TEU NOME!

6º [Êx 20,24]: Um altar de terra me farás e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e os teus bois; em todo lugar onde fizer celebrar a memória do MEU NOME, VIREI A TI E TE ABENÇOAREI.

7º [Nm 23,20]: Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar.

8º [Sl 5,12; 67,7; 115,12-13]: Pois tu, Yahu, abençoas o justo e, como escudo, o cercas da tua benevolência.

Abençoa-nos ‘Ulhim, e todos os confins da terra o temerão.

De nós se tem lembrado o Yahu, Ele nos abençoará; abençoará a casa de Yisrael, abençoará a casa de Arão.

Ele abençoará os que temem o Yahu, tanto pequenos como grandes.

9º [Ef 1,3]: Bendito o ‘Ulhim e Pai de nosso Senhor YahuShúa MaschiYah – Messias, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em MaschiYah – Messias!



Mas, o que diz mesmo o capítulo 27 versículo 6 de Números?

DIZ O SEGUINTE: ASSIM, PORÃO O MEU NOME SOBRE OS FILHOS DE YISRAEL, E EU OS ABENÇOAREI!



Ok! Algum dos seus filhos se chama: “SENHOR?”. Ou: “Cristo?”. Alguns até tem o nome comum: “Jesus” – e Cidades...!!! Ou lugares...! “Mas foi isso que o ETERNO falou???” Não! Não mesmo!! Confira o seu NOME com os Nomes : “Teofóricos do seu Povo, da sua Cidade!”. Pois a sua cidade não se chama: SENHOR, ou Jesus, ou Cristo....!!!!! Pois se fosse assim, como ficariam essas passagens: At 4,12; Fp 2,9-11; Mt 1,21; 6,9; Lc 6,31; At 10,43; 1Tm 2,5-6; Jo 14,6; Tg 1,18; Zc 14,9; ....(só que, com o texto corrompido a situação se inverte! Por isso que os versículos acima “GRITAM SEU NOME ESPIRITUALMENTE...!!!”).



Nomes TEOFÓRICOS: “é um NOME derivado de OUTRO NOME!”.



Agora sim, você está consciente das suas atitudes!!!! Leia com atenção, reflita sobre este estudo e tome sua própria decisão! Não sejas influenciado por ninguém pois da sua decisão, de agora em diante – depende a sua “Vida” eternamente Amém! Reflita muito em: Sl 150,6; 113,1; 148; 149; 150; etc. Salmos de louvor a Yah – Hallelu-Yah!



Vamos relembrar a passagem de Números 6,23-27: Disse o YAHU a Moisés: Fala a Arão e a seus filho, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Yisrael e dir-lhe-eis: O YAHU te abençoe e te guarde; o YAHU faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o YAHU sobre ti levante o rosto e te dê a paz. ASSIM, PORÃO O MEU NOME SOBRE OS FILHOS DE YISRAEL, E EU OS ABENÇOAREI!



Bíblias consultadas: Bíblia de Estudo de Genebra Edição Revista e Ampliada; Torah Peshitta – Hebraica. Pesquisa feita por: Anselmo Estevan. Com formação de: Pastor, Teologia, Bacharel em Teologia – Formado pela – Faculdade Ibetel de Suzano – SP. (Com grifos meus nesse estudo). ANSELMO ESTEVAN.



‘NOMES TEOFÓRICOS:’



Nº TRANSLITERAÇÃO PORTUGUÊS TEXTOS

01 Abiyah Abia 1 Crônicas 3,10

02 Abiyahu Abia 2 Crônicas 13,20

03 Adayahu Adaia 2 Crônicas 23,1

04 Adoniyahu Adonia 1Reis 1,8

05 Amaryahu Amarias 2 Crônicas 19,11

06 Amasyahu Amasias 2 Reis 14,18

07 Atalyahu Atalia 2 Crônicas 22,2

08 Asalyahu Azalias 2 Reis 22,3

09 Azaryahu Azarias 2 Reis 15,6

10 Benayahu Benaías Ezequiel 11,1

11 Berekyahu Baraquias Zacarias 1,7

12 Delayahu Delaias Jeremias 36,12

13 Eliyahu Elias 1 Reis 17,1

14 Gedalyahu Gedalias 1 Crônicas 25,3

15 Germaryahu Gemarias Jeremias 36,10

16 Hananyahu Ananias Jeremias 36,12

17 Hizqiyahu Ezequiel 2 Reis 20,20

18 Kenanyahu Quenanias 1 Crônicas 15,22

19 Malkiyahu Malquias Jeremias 38,6

20 Matanyah Matanias Esdras 10,26

21 Matanyahu Mattanias 2 Crônicas 29,13

22 Mattityah Matitias Esdras 10,43

23 Mattityahu Matitias 1 Crônicas 15,18

24 Mikayahu Micaias 2 Crônicas 17,7

25 Nehemyah Neemias Neemias 7,7

26 Neriyahu Nerias Jeremias 36,14

27 Netanyahu Natanias Jeremias 36,14

28 Obadyahu Abadias 1 Reis 18,3

29 Pedayahu Padaia 1 Crônicas 27,20

30 Pelatyahu Palatias Ezequiel 11,1

31 Qôlayah Colaias Neemias 11,7

32 Rehabyahu Reabias 1 Crônicas 26,25

33 Remalyahu Remalias 2 Reis 16,1

34 Semakyahu Semaquias 1 Crônicas 26,7

35 Sepanyahu Sofonias 2 Reis 25,18

36 Serayahu Seraias Jeremias 36,26

37 Shebanyahu Sebanias 1 Crônicas 15,24

38 Shekanyahu Secanias 2 Crônicas 31,15

39 Shelemyahu Selemias Jeremias 36,14

40 Shemaryahu Semarias 1 Crônicas 12,5

41 Sidqiyahu Zedequias 1 Reis 22,24

42 Tebalyahu Tebalias 1 Crônicas 26,11

43 Tôbiyahu Tobias 2 Crônicas 17,8

44 Uriyahu Urias Jeremias 26,20

45 Uziyahu Uzias 2 Crônicas 26,22

46 Yahushúa O MESSIAS MatitYahu 1,1

47 Yahudah Judá Isaías 1,1

48 Yahudim Judeus Daniel 3,12

49 Yeberekyahu Jeberequias Isaías 8,2

50 Yehdeyahu Jedeías 1 Crônicas 24,20

51 Yerizkyahu Ezequias Jeremias 15,4

52 Yezanyahu Jezanias Jeremias 40,8

53 Yigdalyahu Jigdalias Jeremias 35,4

54 Yirmeyahu Jeremias 2 Crônicas 36,21

55 Yeshayahu Isaías Isaías 1,1

56 Zebadyahu Zebadias 1 Crônicas 26,2

57 Zekaryahu Zacarias 2 Crônicas 26,5

MATERIAL TIRADO DA INTERNET. COM DIREITOS AUTORAIS: AUTOR SR. JARIVAL. RECIFE, 28 DE MAIO DE 2011. (NOMES TEOFÓRICOS!): NOME TEOFÓRICO É UM NOME DERIVADO DE OUTRO NOME! YAHU O NOSSO ETERNO 'ULHIM - PESQUISA FEITA POR: ANSELMO ESTEVAN. COM FORMAÇÃO DE BACHAREL EM TEOLOGIA PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO.



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QUANDO FALO EM; “MEU GRIFO NO NOME DO ETERNO” ÁS MINHAS PESQUISAS SÃO FEITAS POR ESSES LIVROS, ONDE, BASEIO A MINHA LINHA DE RACIOCÍNIO (você sabe que essa ideia de colocar vogal no nome de deus é nova como vc acha que sabe o nome o eterno se nem os judeus nascidos de mãe judia não sabe? qual o fundamento academico e qual metodo de pesquisa linguistico e historico gramatical vc usou?). PARA QUE ESSA RESPOSTA NÃO VENHA A ACONTECER DE NOVO E DE NOVO E DE NOVO LÁ VAI UMA AMOSTRA DE ONDE TIRO A MINHA TESE:

Escrito por anselmo.estevan às 18h04

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VAMOS LÁ: Começando pelo: “Léxico hebraico e aramaico do Antigo Testamento. Da Editora Vida. Autor: William L. Holladay”.

“Dicionário Hebraico-Português & Aramaico-Português. 18ª Edição Editora: Sinodal /Vozes”.

“Livro: Gramática Hebraica. Autor Gordon Chown. Da Editora CPAD.”.

“Livro: Noções de Hebraico Bíblico. Autor: Paulo Mendes. Editora Vida. (Pág. 143. Nota 31; Pág. 187!)”.

“Dicionário Bíblico Hebraico-Português. Autor: Luiz Alonso Schökel. Editora Paulus. Pág. 271”.

“Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Autores: R. Laird Harris; Gleason L. Archer, Jr. Bruce K. Waltke. Editora Vida. Pág. 345; 346; 347; 348; 349; 350; 351; 352”.

“Manual da Bíblia Hebraica: Introdução ao Texto Massorético. Guia Introdutório para a Bíblia Hebraica Stuttgartensia. Autor: Edson de Faria Francisco. 3ª Edição – Revista e Ampliada. Editora Vida”.

“Enciclopédia Bíblica: O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO versículo por versículo. Autor: R.N. Champlin, Ph.D. Editora: Agnos. 2ª Edição. Direitos reservados! Pág. 5373: ‘TETRAGRAMA’. Volume 7 – Dicionário bíblico. E Dicionário bíblico. Volume 6 - Pág. 4.121: ‘Deus’. Pág. 4.138 – Geração dos deuses...(Pág. 4875-4881; 5492-5477-5478!).”.

“Bíblia de Estudo Palavras-chave Hebraico-Grego. Pág. 1523...”.

“Bíblia de Estudo do Peregrino – Pág. 111; 116-117”. Editora – Paulos!

“Bíblia de Estudo de Genebra Edição Revista e Ampliada – Pág. 94 (A auto revelação de [‘Ulhim] – Ele tem um NOME!”). Editora: Cultura Cristã. SBB!

“BÍBLIA DE ESTUDO DO PEREGRINO: PÁGINA: 1357”: ‘SALMOS 113’: [....] O HOMEM O INVOCA, RESPEITA, LOUVA, ATÉ O AMA {Is 56,5}; IMPÕE A SEUS FILHOS NOMES COMPOSTOS DE – YAHU, YEHO -. O NOME YHVH É ÚNICO Zc 14,9. REFLITA EM Nm 6,27!!!!!!!!!!!! ASSIM INVOCARÃO MEU NOME SOBRE OS ISRAELITAS, E EU OS ABENÇOAREI! REFLITA EM: JOÃO 17,6. 11.12: MANIFESTEI O TEU NOME AOS HOMENS TIRADOS DO MUNDO E QUE ME CONFIASTE: ERAM TEUS E OS CONFIASTES A MIM, E CUMPRIRAM TUAS PALAVRAS. JÁ NÃO ESTOU NO MUNDO, ENQUANTO ELES ESTÃO NO MUNDO; EU VOU PARA TI, PAI SANTO; GUARDA-OS NO TEU NOME, E QUE ME DESTE, PARA QUE SEJAM UM COMO NÓS. ENQUANTO ESTAVA COM ELES, EU OS GUARDAVA NO TEU NOME, AQUELE QUE ME DESTE [Fp 2,9-11]; EU OS GUARDEI, E NENHUM DELES SE PERDEU; EXCETO O DESTINADO À PERDIÇÃO, PARA CUMPRIMENTO DA ESCRITURA. BÍBLIA DE ESTUDO DO PEREGRINO!

“Livro Antigo Testamento POLIGLOTA: HEBRAICO-GREGO-PORTUGUÊS-INGLÊS. DA EDITORA SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL. EDITORA VIDA”.



Fora, a Faculdade Ibetel de Suzano onde me formei em: Teologia, e fiz Bacharel em Teologia. E mais os estudos da palavra que estudo há 14 anos. Isso é um resumo da minha tese quando falo do Nome do Eterno....!!!!! Para que não haja mais dúvidas...!!!! Anselmo Estevan. Em defesa ao seu NOME SANTO!

Comentário de L.C. dos Santos18 horas atrás

Excluir comenta...

você sabe que essa ideia de colocar vogal no nome de deus é nova como vc acha que sabe o nome o eterno se nem os judeus nascidos de mãe judia não sabe?

qual o fundamento academico e qual metodo de pesquisa linguistico e historico gramatical vc usou?

Escrito por anselmo.estevan às 18h03

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

ASSIM INVOCARÃO MEU NOME SOBRE OS ISRAELITAS, E EU OS ABENÇOAREI Nm 6,27:

Nº TRANSLITERAÇÃO PORTUGUÊS TEXTOS


01 Abiyah   Abia    1 Crônicas 3,10

02 Abiyahu   Abia    2 Crônicas 13,20

03 Adayahu   Adaia    2 Crônicas 23,1

04 Adoniyahu   Adonia    1Reis 1,8

05 Amaryahu   Amarias    2 Crônicas 19,11

06 Amasyahu   Amasias    2 Reis 14,18

07 Atalyahu   Atalia    2 Crônicas 22,2

08 Asalyahu   Azalias    2 Reis 22,3

09 Azaryahu   Azarias    2 Reis 15,6

10 Benayahu   Benaías    Ezequiel 11,1

11 Berekyahu   Baraquias    Zacarias 1,7

12 Delayahu   Delaias    Jeremias 36,12

13 Eliyahu   Elias    1 Reis 17,1

14 Gedalyahu   Gedalias    1 Crônicas 25,3

15 Germaryahu   Gemarias    Jeremias 36,10

16 Hananyahu   Ananias    Jeremias 36,12

17 Hizqiyahu   Ezequiel    2 Reis 20,20

18 Kenanyahu   Quenanias    1 Crônicas 15,22

19 Malkiyahu   Malquias    Jeremias 38,6

20 Matanyah   Matanias    Esdras 10,26

21 Matanyahu   Mattanias    2 Crônicas 29,13

22 Mattityah   Matitias    Esdras 10,43

23 Mattityahu   Matitias    1 Crônicas 15,18

24 Mikayahu   Micaias    2 Crônicas 17,7

25 Nehemyah   Neemias    Neemias 7,7

26 Neriyahu   Nerias    Jeremias 36,14

27 Netanyahu   Natanias    Jeremias 36,14

28 Obadyahu   Abadias    1 Reis 18,3

29 Pedayahu   Padaia    1 Crônicas 27,20

30 Pelatyahu   Palatias    Ezequiel 11,1

31 Qôlayah   Colaias    Neemias 11,7

32 Rehabyahu   Reabias    1 Crônicas 26,25

33 Remalyahu   Remalias    2 Reis 16,1

34 Semakyahu   Semaquias    1 Crônicas 26,7

35 Sepanyahu   Sofonias    2 Reis 25,18

36 Serayahu   Seraias    Jeremias 36,26

37 Shebanyahu   Sebanias    1 Crônicas 15,24

38 Shekanyahu   Secanias    2 Crônicas 31,15

39 Shelemyahu   Selemias    Jeremias 36,14

40 Shemaryahu   Semarias 1 Crônicas 12,5

41 Sidqiyahu   Zedequias    1 Reis 22,24

42 Tebalyahu   Tebalias    1 Crônicas 26,11

43 Tôbiyahu   Tobias    2 Crônicas 17,8

44 Uriyahu   Urias    Jeremias 26,20

45 Uziyahu   Uzias    2 Crônicas 26,22

46 Yahushúa   O MESSIAS    MatitYahu 1,1

47 Yahudah   Judá    Isaías 1,1

48 Yahudim   Judeus    Daniel 3,12

49 Yeberekyahu   Jeberequias    Isaías 8,2

50 Yehdeyahu   Jedeías    1 Crônicas 24,20

51 Yerizkyahu   Ezequias    Jeremias 15,4

52 Yezanyahu   Jezanias    Jeremias 40,8

53 Yigdalyahu   Jigdalias    Jeremias 35,4

54 Yirmeyahu   Jeremias    2 Crônicas 36,21

55 Yeshayahu   Isaías    Isaías 1,1

56 Zebadyahu   Zebadias    1 Crônicas 26,2

57 Zekaryahu   Zacarias    2 Crônicas 26,5

MATERIAL TIRADO DA INTERNET. COM DIREITOS AUTORAIS: AUTOR SR. JARIVAL. RECIFE, 28 DE MAIO DE 2011. (NOMES TEOFÓRICOS!): NOME TEOFÓRICO É UM NOME DERIVADO DE OUTRO NOME! YAHU O NOSSO ETERNO 'ULHIM - PESQUISA FEITA POR: ANSELMO ESTEVAN. COM FORMAÇÃO DE BACHAREL EM TEOLOGIA PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO.

http://www.yahushua.com.br/. todos direitos reservados.

VEJA QUE LINDA MENSAGEM DO SR. JARIVAL (MAT. DA INTERNET):

"Eu sou YAHUH, este é o meu NOME; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura". (Isaías 42:8)

"Mas tive compaixão do meu santo NOME, que a casa de Israel profanou entre as nações para onde foi". (Ezequiel 36:21)

1 - Yahushua foi ungido pelo Rúach de Yahuh:

"O Rúach de Yahuh Elohim está sobre mim; porque Yahuh me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos" ( Isaías 61:1 - Lucas 4:17-19 ).

2 - Yahushua ensinou o nome de Yahuh:

"MANIFESTEI o teu NOME aos homens que me deste do mundo..." ( João 17:6 )

"Quando eu estava com eles, GUARDAVA-OS no teu NOME, QUE ME DESTE..." ( João 17:12)

"Eu lhes fiz CONHECER o teu NOME e ainda o farei CONHECER....". (João 17:26)

3 - Yahushua enviará o Rúach Há Kodesh:

"Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o CONSOLADOR não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei"( João 16:7-8).

"Mas, quando vier aquele RÚACH DA VERDADE, ele vos guiará em toda verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido , e vos anunciará o que há de vir" ( João 16:13 ).

O Rúach Há Kodesh veio no dia de Pentecostes conforme Atos 2:1-4:

"E, CUMPRINDO-SE o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.

E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Rúach Há Kodesh, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Rúach Há Kodesh lhes concedia que falassem"..

OBSERVAÇÃO: "ESTE ESTUDO TEM DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS AO SENHOR: JARIVAL! MAS, COMO COMPARTILHAMOS DA MESMA IDEIA DOS NOMES DA TRINDADE, ADICIONEI SEUS ESTUDOS NO MEU BLOG! MAS OS DIREITOS AUTORAIS SÃO TODOS RESERVADOS AO MESMO. SE POR ACASO QUISEREM ACOMPANHAR ESSES ESTUDO É SÓ CLICAR NO "E" DE EVANGELIZAÇÃO E CONFERIR A SUA PÁGINA NA INTERNET! OBRIGADO. ANSELMO ESTEVAN.Nomes Teofóricos :::


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NOMES TEOFÓRICOS

"Assim, porão o meu NOME ( YAHUH ) sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei." (Números 6:27)


O messias Yahushua disse:

"Eu não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda-os no teu NOME ( YAHUH ), O QUAL ME DESTE..." (João 17:11).



YirmeYahu ( Jeremias ) disse:



"Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração , pois pelo teu NOME ( YAHUH ) sou CHAMADO, ó YAHUH, Elohim dos Exércitos." (Jeremias 15:16)


Conclusão:

É muito importante e ter na mente que o nome do Messias é um nome teofórico, isto é, o nome

do Messias é composto pelo nome do Elohim de Israel. O nome do Messias depende da pronúncia

do nome do Elohim de Israel.





NOME TEOFÓRICO É UM NOME DERIVADO DE OUTRO NOME.









Autor: Jarival



Recife, 28 de maio de 2011



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© 2011 www.yahushua.com.br. Todos os direitos reservados.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

APRENDA A EVANGELIZAR EM VERDADE E RÚKHA (ESPÍRITO): VEJA DEPOIS DESTE COMUNICADO:

COMUNICADO DO MEU BLOG:

"NOS ESTUDOS ABAIXO, ESTÃO OS 66 LIVROS DA 'BÍBLIA'! É SÓ CONFERIR! ESTE ESTUDO É DE 'INTRODUÇÃO' - COM ESTUDOS DE QUALIDADE COM GRIFOS MEUS FEITOS DE TODOS OS LIVROS PARA SUA MELHOR COMPREENSÃO...! VEJA E OBTENHA BAGAGEM PARA MELHOR EVANGELIZAR":

VAMOS ÁS BÍBLIAS CONSULTADAS NESSA OBRA QUE, ACHO QUE, LEVOU APROXIMADAMENTE: 03 ANOS E MEIO DE PESQUISA. VAMOS LÁ: “TRADUÇÃO ECUMÊNICA – TEB”; “GENEBRA – EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA”; “APLICAÇÃO PESSOAL”; “DO PEREGRINO”; “DE JERUSALÉM”; “MACARTHUR”; “TEMAS EM CONCORDÂNCIA”; “APOLOGÉTICA”; “NVI – NOVA VERSÃO INTERNACIONAL”; “MANUAL DA BÍBLIA HEBRAICA”; “JUDAICA COMPLETA”; “HEBRAICA PESHITTA”; “PALAVRAS- CHAVE HEBRAICO – GREGO”; “DEFESA DA FÉ”! BEM, AGORA VAMOS AOS DICIONÁRIOS: DICIONÁRIO DA BÍBLIA DE ALMEIDA! DICIONÁRIO INTERNACIONAL DE TEOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO! DICIONÁRIO BÍBLICO HEBRAICO-PORTUGUES! E FINALIZANDO A PESQUISA DOS LIVROS E BÍBLIAS (O DICIONÁRIO AURÉLIO PORTUGUÊS) E A: ENCICLOPÉDIA BÍBLICA INTERPRETAÇÃO VERSÍCULO POR VERSÍCULO DO AT E NT DA EDITORA AGNOS!


Finalizando, quero expressar os meus reconhecimentos a quem obteve as duas primeiras apostilas: (Pentateuco, e o Antigo Testamento – a Antiga Aliança): Agradeço aos irmãos e irmãs: Renatinha; (Lourdes Castelli); Duda; ao querido irmão na fé: “Edson”; ao irmão: Camargo; a irmã: Luciene; Roberto Mendes (irmão na fé); [Roberto] outro irmão na fé; irmão Ciro; Beth; Sandra; o irmão João Rodrigues; e, tantos outros.....!!! Obrigado! Termino esta, em revisão ao texto, pedindo desculpas se deixei passar algum erro...?! Ou se, por acaso, algum versículo ou mesmo capítulo não bater com as Bíblias reformadas.... é que a pesquisa foi feita pelo carro chefe – Bíblia de Estudo Tradução Ecumênica TEB! Por isso possa ocorrer alguma diferença de texto ou mesmo de passagens ao número do versículo.


Obra feita por: “Anselmo Estevan. Com formação de: Pastor e Bacharel em Teologia pela Faculdade Ibetel de Suzano em São Paulo – Com muita honra, obtive esses dois cargos para levar a Palavra de Yah – Y’H’V’H ao mundo.....!!!!”.

27/08/11. Fim!

ANSELMO ESTEVAN.


TORAH (ENSINO, LEI) O PENTATEUCO:


B'RESHIT (GÊNESIS).
SH'MOT (ÊXODO).
VAYIKHA (LEVÍTICO).
B'MIDBAR (NÚMEROS).
D'VARIM (DETERONÔMIO).


NEVI'IM (PROFETAS).


NEVI'IM RISHONIM (PROFETAS MENORES).

Y'HOSHUA (JOSUÉ).
SHOF'TIM (JUÍZES).
SH'MU'EL (SAMUEL).
SH'MU'EL ALEF (1 SAMUEL).
SH'MU'EL BET (2 SAMUEL).

M'LAKHIM (REIS).

M'LAKHIM ALEF (1 REIS).
M'LAKHIM BET (2 REIS).


NEVI'IM ACHARONIM (PROFETAS POSTERIORES),

YESHA'YAHU (ISAÍAS).
YIRMEYAHU (JEREMIAS).
YECHEZK'EL (EZEQUIEL).

SHNEIM-'ASAR (OS DOZE).

HOSHE'A (OSEIAS).
YO'EL (JOEL).
'AMOS (AMOS).
'OVADYAH (OBADIAS).
YONAH (JONAS).
MILKHAH (MIQUEIAS).
NACHUM (NAUM),
HAVAKUK (HABACUQUE).
TZ'FANYAH (SOFONIAS).
HAGAI (AGEU).
Z'KHARYAH (ZACARIAS).
MAL'AKHI (MALAQUIAS).


K'TUVIM (ESCRITOS).

TEHILLIM (SALMOS).
MISHLEI (PROVÉRBIOS).
IYOV (JÓ).

CINCO MEGILLOT (ROLOS).


SHIR-HASHIRIM (CÂNTICO DOS CÂNTICOS).
RUT (RUTE).
EIKHAH (LAMENTAÇÕES).
KOHELET (ECLESIASTES).
ESTER (ESTER).

DANI'EL (DANIEL).
'ESRAH-NECHEMYAH (ESDRAS-NEEMIAS).
'EZRAH (ESDRAS).
NECHEMYAH (NEEMIAS).
DIVREI-HAYAMIM (CRÔNICAS).
DIVREI-HAYAMIM ALEF (1 CRÔNICAS).
DIVREI- HAYAMIM BET (2 CRÔNICAS).

AS BOAS-NOVAS SOBRE [YA'SHÚA], O MESSIAS, CONTADAS POR:


MATTITIYAHU (MATEUS).
MARCOS.
LUCAS.
YOCHANAN (JOÃO).

OS ATOS DOS EMISSÁRIOS DE YA'SHUA, O MESSIAS.

CARTAS/EPÍSTOLAS:

CARTA DE SHA'UL ÀS COMUNIDADES:

ROMANOS.
1 CORÍNTIOS.
2 CORÍNTIOS.
GÁLATAS.
EFÉSIOS.
FILIPENSES.
COLOSSENSES.
1 TESSALONICENSES.
2 TESSALONICENSES.

CARTAS PASTORAIS DE SHA'UL (A INDIVÍDUOS):


1 TIMÓTEO.
2 TIMÓTEO.
TITO.
FILEMOM.

CARTAS GERAIS:

JUDEUS MESSIÂNICOS (HEBREUS).
YA'AKOV (TIAGO).
1 KEFA (1 PEDRO).
2 KEFA (2 PEDRO).
1 YOCHANAN (1 JOÃO).
2 YOCHANAN (1 JOÃO).
3 YOCHANAN (3 JOÃO).
Y'HUDAH (JUDAS).

A REVELAÇÃO (APOCALIPSE).


Confira: "INTRODUÇÃO A TODOS ESSES LIVROS DA BÍBLIA!" VIRAM O NOME DO ETERNO (YAHU) EM SEUS FILHOS!!! É DE: NÚMEROS 6,27: "ASSIM PORÃO O MEU NOME SOBRE OS FILHOS DE YISRAEL, E EU OS ABENÇOAREI!";



VEJA TAMBÉM [Nm 6,22-27; Jo 17,6.11.12.26: ONDE SEU NOME É CONHECIDO...!!!]. MAS FOI BLASFEMADO E A CORRUPÇÃO O RETIROU FORA DA BÍBLIA! SABEM O PORQUE DISSO? POR MEDO E DE NÃO SE ACHAREM DIGNOS DE SEUS LÁBIOS PRONUNCIAREM SEU NOME...!!!! MAS ELE FOI DIGNO DE MORRER COMO UM MORTAL NA CRUZ POR NOSSOS PECADOS...!!!! E EM ATOS 4,12 FALA QUE SÓ A SALVAÇÃO EM UM ÚNICO NOME QUE SALVA....!!! MAS COMO SE HOMENS QUE DETIVERAM O PODER SE ACHAM INDIGNOS DE FALAR OU PRONUNCIAR SEU NOME!!! ENTÃO COMO VAMOS SER SALVOS.....???? (POR TÍTULOS? NOMES DE TRANSLITERAÇÕES ERRÔNEAS DE LATINIZAÇÃO DE LÍNGUAS? AÍ, ENTRAMOS EM DANIEL 8,12 E FAZEMOS O SERVIÇO POR ELE 2Co 4,1-6; Rm 1,18-27; 2,24) POR ISSO ESTÁ SE LEVANTANDO A IMPORTÂNCIA DE SE SABER SEU NOME - ÊX 20,7! ELE VAI REIVINDICAR A SANTIDADE SE SEU SANTÍSSIMO NOME QUE SÓ ELE SALVA - Yahu - Pai! YahuShúa - Filho (shúa) SALVAÇÃO! (Reflita em: Êx 20,23-24; 23,20-21; Ef 4,5; Fp 2,9-11).

APRENDA A INTRODUÇÃO AOS LIVROS DA BÍBLIA E MUITO MAIS NOS ESTUDOS LOGO ABAIXO. FIQUE A VONTADE: "SHALÔM ALECHEM!":

ANSELMO ESTEVAN.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ESTUDO DE INTRODUÇÃO À "BÍBLIA"! QUEM É 'ELOHIM? SEU NOME VERDADEIRO: "YAHU": (Inicio do estudo 66 livros/Bíblia):

A BÍBLIA




PARTE I



INTRODUÇÃO

(DESCUBRA O VERDADEIRO NOME DE “DEUS...”):





Que é a Bíblia? Um simples olhar lançado sobre o índice basta para ver que ela é uma “biblioteca”, uma coleção de livros muito diversos. Quando se consultam as introduções a esses livros, a primeira impressão se confirma: distribuindo-se por mais de dez séculos, os livros provém de dezenas de autores diferentes; uns estão escritos em hebraico (com certas passagens em aramaico), outros em grego; apresentam gêneros literários tão diversos quanto a narrativa histórica, o código de leis, a pregação, a oração, a poesia, a carta, o romance.

O nome desta coleção, “os livros” (em grego, ta bíblia), tornou-se um singular, “a Bíblia” (em grego, hê biblia). “Os livros” chegaram a ser considerados como um único livro e até mesmo o Livro por excelência. Por quê?



De quem provém a Bíblia? Todos estes livros provêm de homens com uma convicção comum: Deus os destinou a formar um povo que toma lugar na história com legislação própria e normas de vida pessoal e coletiva. Foram todos testemunhas daquilo que Deus fez por esse povo e com ele. Relatam os apelos de Deus e as reações dos homens (indagações, queixas, louvor, ações de graça).

Este povo posto a caminho por Deus foi primeiramente Israel, que apareceu na história por volta de 1200 a.C., envolvido – como todos os povos vizinhos – nos movimentos que agitaram o Oriente Próximo até os inícios da nossa era. No entanto, sua religião o tornava um povo à parte. Israel conhecia um único Deus, invisível e transcendente; o Senhor. Exprimia a relação que o unia ao seu Deus com um termo jurídico: a Aliança. Submetia toda a existência à Aliança e à Lei que dela decorria, e seu modo de vida se tornava cada vez mais contrastante com o das outras nações. Toda a parte hebraica da Bíblia se refere à Aliança, tal como foi vivida e pensada por Israel até o século II a.C.

O antigo povo judaico, cuja dispersão se acelerou com a destruição de seu centro religioso, Jerusalém, em 70 e 135 d.C., prolonga-se na comunidade judaica, cuja história movimentada e frequentemente trágica se desenvolve na maior parte de tempo em terra de exílio. As diversas tendências que o animam, todas têm por fundamento a Escritura e notadamente a Lei, venerada como a própria palavra do Senhor. Os judeus a leem e sobre ela fundamentam sua prática ao quadro de tradições que, lançando raízes na vida do antigo Israel, foram redigidas após a ruína da nação e inseridas na literatura rabínica.

Ao mesmo tempo que viu a desaparição da nação judaica, o século I assistiu ao nascimento da comunidade cristã, que se afastou progressivamente. Para os cristãos, a história do povo de Deus tinha encontrado cumprimento em Jesus de Nazaré; foi por ele que Deus reuniu as pessoas de todas as origens para formar um povo regido por uma nova Aliança, um novo Testamento. Era uma Aliança definitiva; em contra partida, fazia da Aliança que regia Israel uma etapa que, embora indispensável, estava destinada a ser superada. Os cristãos denominaram-na de antiga Aliança e deram ao conjunto dos livros bíblicos recebidos de Israel o nome de Antigo Testamento (cf. 2Co 3,14), enquanto os livros que falavam da pessoa e da mensagem de Jesus formaram o Novo Testamento.

Os discípulos de Jesus e seus sucessores imediatos que redigiram o Novo Testamento viam em jesus aquele que concretizaria a esperança de Israel e responderia à expectativa universal tal qual expressa no seio desse próprio povo. Com toda naturalidade, utilizaram a linguagem dos livros santos de Israel com toda a sua densidade histórica e experiência religiosa acumulada no decorrer dos séculos. Consequentemente, a comunidade cristã reconheceu no Antigo Testamento a palavra de Deus. As Escrituras judaicas vieram a ser, então, a primeira Bíblia dos cristãos. Mas, iluminado pela fé em Jesus Cristo, o Antigo Testamento tomou um sentido novo para eles, tornou-se como que um novo livro.

Assim, judeus e cristãos se vinculam à Bíblia, mas não a leem com os mesmos olhos. Não obstante, ela continua a convidar os homens e mulheres de todos os países e de todos os tempos a ingressar no povo dos que buscam a Deus no seguimento dos patriarcas, dos profetas, de Jesus e de seus discípulos. Livro do povo de Deus, a Bíblia é o livro de um povo ainda a caminho.



Ler a Bíblia. Os livros da Bíblia são a obra de autores ou de redatores reconhecidos como portadores da palavra de Deus no meio de seu povo. Muitos dentre eles quedaram no anonimato. De qualquer modo, não estavam isolados: eram conduzidos pelo povo cujas vidas, preocupações, esperanças partilhavam, mesmo quando se erguiam contra ele. Boa parte de sua obra se inspira nas tradições da comunidade. Antes de receber forma definitiva, estes livros circularam durante muito tempo entre o público e apresentam os vestígios das reações suscitadas em seus leitores, sob a forma de retoques, anotações e até de reformulações mais ou menos importantes. Os livros mais recentes são por vezes reinterpretação e atualização de livros mais antigos (como, por exemplo, as Crônicas, com relação a Samuel e Reis).

A Bíblia está profundamente marcada pela cultura de Israel, povo que teve, como todos os outros, um modo próprio de compreender a existência, o mundo que o circundava, a condição humana. Exprime sua concepção do mundo, não numa filosofia sistemática, mas em costumes e instituições, em reações espontâneas dos indivíduos e do povo, através das características originais de sua língua. A cultura hebraica evoluiu no decorrer dos séculos, conservando, porém, determinadas constantes.

A civilização de Israel tem muitos pontos em comum com as civilizações dos outros povos do antigo Oriente. Apesar disso, o antigo Oriente não explica tudo na Bíblia; a linguagem dos livros foi modelada pela história própria de Israel, única em seu gênero. Muitas das palavras da Bíblia – particularmente no Novo Testamento – estão carregadas de uma experiência religiosa milenar. Para detectar toda sua riqueza, é preciso levar em consideração o contexto de toda a Bíblia e da vida das comunidades que prolongam a existência do antigo Israel.

Isto explica por que, muitas vezes, é difícil para o homem de hoje compreender plenamente a Bíblia. Entre ela e ele se interpõe uma distância considerável: o afastamento no tempo, a diferença de cultura e, mais profundamente, a distância que um texto escrito sempre introduz entre a mensagem original e o leitor.

Para reduzir a distância, recorre-se à exegese, isto é, a uma explicação do texto. Cada época teve seus métodos. De dois ou três séculos para cá, o Ocidente viu desenvolver-se uma exegese histórica, à qual a civilização técnica forneceu instrumentos (especialmente a arqueologia científica). Sua intenção é estabelecer com exatidão o texto bíblico, compreender exatamente o sentido das palavras, situar o texto em seu ambiente original. É o resultado deste vasto trabalho que as introduções e as notas de A Bíblia – Tradução Ecumênica resumem.





A Bíblia, Palavra de Deus. O leitor constata que a Bíblia não constitui simplesmente um antigo tesouro literário ou uma mina de documentação sobre a história das ideias morais e religiosas de um povo. A Bíblia não é somente um livro no qual se fala de Deus; ela se apresenta como um livro no qual Deus fala ao homem, como atestam os autores bíblicos.

NÃO se trata de uma palavra sem importância para vós: é uma vida (Dt 32,47). Estes sinais foram escritos neste livro para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome (Jo 20,30-31).

Nenhuma leitura poderá desconhecer essa função do texto bíblico; essa interpelação constante, essa vontade de transmitir uma mensagem vital e de atrair a adesão do leitor. O leitor é livre para resistir e pode apreciar a Bíblia apenas como um literato ou um apreciador da história antiga. Mas se ele aceitar entrar em diálogo com os autores que dão testemunho da própria fé e suscitam a necessidade de uma decisão, a questão fundamental, o sentido da vida, não deixará de ser enfrentada por ele. Pois a Bíblia e a fé – à qual ela convida de modo tão premente -, embora estejam profundamente enraizadas numa história numa história particular e bastante longa, ultrapassam a história. Os autores bíblicos querem ser os porta-vozes de uma Palavra que se dirige a todo homem, em todo tempo e lugar.

Através dos séculos, as comunidades cristãs de todas as línguas e de todas as culturas encontraram alimento neste livro, cuja mensagem meditam e atualizam. Não é sem razão que nos cultos ou ofícios se leem ou se cantam os Salmos, o Antigo Testamento, as Epístolas, com o Evangelho; sua unidade é a unidade da fé. Fundada nesse testemunho da Bíblia, a fé não deixa de encontrar ali vida e força. O leitor (mesmo não crente) sabe que esta fé existe hoje, que ela é – nas comunidades e algumas vezes fora delas – um certo modo de o homem viver a relação com os outros homens e de agir no meio deles, uma modalidade particular de existir que é fermento da história humana.

Assim, a Bíblia sempre remete o leitor à fé vivenciada, como também a vivência da fé sempre remete à Bíblia, na qual a fé lança suas raízes.



ORDEM DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO:



1. As edições protestantes correntes apresentam a seguinte ordem (p. ex., J. F. de Almeida ):

 O Pentateuco, Gn, Êx, Lv, Nm, Dt

 Os Livros históricos: Js, Jz, Rt, 1 e 2Sm, 1 e 2Rs, 1 e 2Cr, Ed, Ne, Et

 Os Livros poéticos: Jó, Sl, Pr, Ec, Ct

 Os Profetas: Is, Jr, Lm, Ez, Dn, os Doze (Oseias; Joel; Amós; Obadias; Jonas; Miqueias; Naum; Habacuque; Sofonias; Ageu; Zacarias; Malaquias).



As edições católicas (p. ex., a Bíblia de Jerusalém) seguem a mesma ordem, mas inserem: Tb e Jt após Ne; 1 e 2Mc depois de Est; Sb e Sr (Sirácida Eclesiástico) depois de Ct; Br depois de Lm.

Esta classificação apareceu no Concílio de Florença (1442), com a diferença de que o Concílio situa 1 e 2Mc no fim do Antigo Testamento.

As edições da Bíblia hebraica agrupam os livros sob três títulos: A “Lei”, os “Profetas”, os “Escritos”. Esse uso é anterior à era cristã.

As listas gregas (grandes manuscritos dos séculos IV e V, fornecidas pelos Padres e Concílios) apresentam grande diversidade. O Pentateuco está sempre no começo; mas os outros livros são classificados conforme variáveis, levando em consideração o gênero literário, o conteúdo, e autor suposto ou os costumes locais.

Esta variedade se explica, aliás, pela forma dos livros na antiguidade. Antes da aparição da forma códex (= páginas encadernadas em sequência como nos livros atuais), os livros eram rolos; sendo necessários uns vinte rolos para escrever todo o Antigo Testamento. Os bibliotecários os ordenavam em cofres, para protegê-los. O caráter iminentemente sagrado do Pentateuco vetava guardar outra coisa no cofre que lhe era reservado, mas quanto à disposição dos outros rolos não havia nenhuma ordem rigorosa.